sábado, 12 de outubro de 2013

"É direito dela", diz irmã de Daniela Mercury sobre união com Malu Verçosa 4

  Anderson Sotero
Do UOL, em SalvadoR
No final da tarde deste sábado (12), foi celebrado o casamento civil da cantora Daniela Mercury, 48, e da jornalista Malu Verçosa, 37. O casal oficializou a união diante de um juiz  em sua casa em Salvador, numa cerimônia íntima, não religiosa, para cerca de 200 convidados, entre amigos mais próximos e familiares. Todos vestiram branco ou bege, a pedido das noivas.
Além da troca de alianças, vão passar a usar os sobrenomes um da outra. "Já trocamos alianças, mas a sociedade precisa de clichês", declarou Daniela em entrevista à Marília Gabriela.
Em abril, o casal tornou público seu relacionamento durante uma viagem a Portugal. "Malu agora é minha esposa, minha família, minha inspiração pra cantar", disse Daniela na ocasião, postando fotos das duas com as alianças. A cantora afirmou que prefere não usar o termo "assumir": "Não gosto da palavra assumir. Eu comuniquei a minha relação". A cantora acredita que sua atitude trouxe benefícios para outras pessoas. "Trouxe alívio falar sobre o assunto. Estou quebrando padrões, sim". Desde maio, cartórios de todo o Brasil estão autorizados a celebrar o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.
Os pais da cantora, Liliana Mercuri e Antônio Fernando de Abreu Ferreira de Almeida, foram os primeiros convidados a chegar ao local da cerimônia, mas não pararam para falar com a imprensa. A irmã de Daniela, Cristiane, comentou que a união era um direito delas e que estava ali para comemorar junto com o casal.
  • Anderson Sotero/UOL
    O fundador do bloco afro Ilê Aiyê, o "Vovô"
Entre os convidados, o fundador do bloco afro Ilê Aiyê, Antônio Carlos dos Santos, mais conhecido como "Vovô", desejou felicidade ao casal e elogiou o posicionamento de Daniela: "É uma 'black atitude'. Ficou feliz por ser convidado, sou amigo de anos de Daniela". 
O prefeito de Salvador ACM Neto compareceu à cerimônia como amigo de Malu, que já trabalhou como jornalista na Rede Bahia, da família de ACM. "Conheço Malu há muito tempo e vim aqui trazer meu abraço para ela".
Os atores Luis Miranda e Ricardo Bittencourt, que fizeram uma encenação de "Dona Flor e seus Dois Maridos" com Daniela durante o Carnaval, também compareceram à festa. O DJ Zé Pedro foi atração musical e tocou para os convidados.
Os filhos de Daniela tiveram participação especial na cerimônia. Gabriel Póvoas, 26, que é músico, cantou, enquanto Márcia, 15, Analice, 12, e Ana Isabel, 3, foram as daminhas. Giovana Póvoas, 25, outra filha da cantora, que é atriz e bailarina, não foi ao casamento porque estreou um espetáculo em São Paulo.

Depois de dizer "sim", o casal seguirá para uma breve lua de mel em Fernando de Noronha. Como Daniela Mercury tem show marcado em São Paulo, elas só poderão ficar no arquipélago por quatro ou cinco dias.


Recentemente, Daniela e Malu estiveram na Europa e compraram seus vestidos de noiva por lá. Inicialmente, os modelos seriam desenhados pelo estilista Alexandre Herchcovitch, mas, por falta de tempo, elas optaram por comprar as peças prontas, customizadas pelo artista plástico Iuri Sarmento. Já as alianças serão do designer baiano Carlos Rodeiro, e o cabelo e a maquiagem, de Ricardo Brandão.


  • Anderson Sotero/UOL Entrada do condomínio Patamares, onde reside Daniela Mercury em Salvador, na Bahia

Daniela Mercury beija a mulher em foto: 'É proibido beijar no Brasil, é?'

Daniela Mercury postou no Instagram uma foto beijando a mulher, Malu Verçosa. A cantora fez isso para apoiar duas garotas que foram expulsas de um culto religioso em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, por se beijarem. "Valeu, Yunka e Joana. Só uma pergunta: é proibido beijar no Brasil, é?", questionou, citando as estudantes que praticaram o ato e saíram do local algemadas por ordem do pastor Marco Feliciano, que também preside a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.
Daniela Mercury e Malu Verçosa (Foto: Reprodução/Instagram)
Daniela Mercury e Malu Verçosa (Foto: Reprodução/Instagram)


Daniela Mercury e Malu Verçosa vão para Noronha na lua de mel

Segundo o 'Viver Noronha', elas escolheram a ilha paradisíaca como destino. Daniela e Malu ficarão de 13 ao dia 18 de outubro no local.

Daniela Mercury e Malu Verçosa escolheram Fernando de Noronha como destino para a lua de mel. Segundo o blog "Viver Noronha", elas ficarão na ilha de 13 ao dia 18 de outubro.
Elas vão se hospedar em um bangalô especial da Pousada Zé Maria, que tem vista para o Morro do Pico e Praia da Conceição.
A cantora e a jornalista vão formalizar a união com o casamento civil, que será realizado no dia 12 de outubro em Salvador, na Bahia.

'É proibido beijar no Brasil, é?'
Na madrugada desta terça-feira, 17, Daniela Mercury postou no Instagram uma foto beijando a mulher. A cantora fez isso para apoiar duas garotas que foram expulsas de um culto religioso em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, por se beijarem. "Valeu, Yunka e Joana. Só uma pergunta: é proibido beijar no Brasil, é?", questionou, citando as estudantes que praticaram o ato e saíram do local algemadas por ordem do pastor Marco Feliciano, que também preside a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.



Aliança de casamento de Daniela Mercury terá flores de brilhantes

A cantora vai se casar hoje com Malu Verçosa com festa para 250 convidados na Bahia.

Daniela Mercury vai se casar com Malu Verçosa no próximo sábado, 12, com uma  festa "íntima" para cerca de 250 convidados. A decoração vai ter muitas flores, assim como as alianças. "Fiz uma aliança clássica com um toque antigo. Elas gostam muito de flores, então fiz uma aliança de ouro com o detalhe das flores em brilhantes", diz Carlos Rodeiro, designer de joias.
Daniela e Malu - que assumiram a relação em abril deste ano - cuidaram pessoalmente de cada detalhe. "O primeiro dia que nos encontramos para falar das alianças cheguei a me emocionar. Estou fazendo com muito carinho porque estou vendo que elas estão muito apaixonadas. Espero que as alianças deem bastante sorte", conta Carlos.
  De acordo com a assesoria de imprensa de Daniela, as noivas vão usar vestidos de grife comprados em recente viagem à Europa, e as peças serão personalizadas pelo artista plástico Iuri Sarmento. Inicialmente, os vestidos seriam produzidos pelo estilista Alexandre Herchcovitch, mas Malu e Daniela não tiveram tempo de fazer as provas em São Paulo. Quanto ao bufê, a única exigência de Daniela foram os bem-casados, que ela rebatizou de "bem-casadas". O cabelo e maquiagem das duas será feito por Ricardo Brandão, que já cuida há anos da cantora.
De acordo com informações do "Diário de São Paulo", a cerimônia acontecerá na mansão de Daniela, onde ela já vive com Malu na Bahia. Gabriel Póvoas, filho da cantora, vai cantar durante a cerimônia junto com Malu, sobrinha da cantora de 16 anos. Uma ausência será sentida: a filha de Daniela, a atriz Giovana Póvoas, vai estrear um espetáculo em São Paulo e não estará presente.

Daniela e Malu escolheram passar a lua de mel na Pousada Zé Maria, em Fernando de Noronha.



O Círio de Nazaré, uma das maiores festas religiosas do mundo


O Círio de Nazaré, em devoção a Nossa Senhora de Nazaré, é a maior manifestação religiosa Católica do Brasil e maior evento religioso do mundo, reunindo cerca de seis milhões de pessoas em todas os cultos e procissões. No ano passado levou cerca de 2,2 milhões de pessoas às ruas de Belém (PA). A procissão correu sem problemas graves.
Durante o percurso, a multidão de fiéis segue uma imagem de Nossa Senhora de Nazaré desde a Igreja da Sé até a Igreja Basílica da cidade. O trajeto tem 3,6 quilômetros.
Ao final, a imagem é devolvida para seu santuário, numa praça em frente à Basílica, onde é feita uma cerimônia.
O cortejo do ano passado demorou 5 horas e 30 minutos, o que é considerado rápido. Começou por volta das 6h30 e terminou às 12h. Em 2004, a cerimônia levou nove horas.
Como é tradicional --esta foi a 219ª edição do Círio na cidade--, o local mais dramático e extenuante da procissão foi a corda, que fica atrelada à berlinda na qual a imagem da santa é colocada.
Sob sol forte e temperatura por volta de 33º C, milhares de pessoas lutavam para conseguir segurar ou mesmo tocar os 400 metros da corda.
Outro momento dramático ocorreu quando as pessoas que estavam pagando promessas (os "promesseiros") chegaram à praça do santuário. Alguns deles faziam o trajeto de joelhos ou andando de quatro.
Quase todos saem horas antes da imagem partir da Sé. Ao final, boa parte precisa de tratamento médico.
A edição do ano passado foi a mais cara da história (custou cerca de R$ 2 milhões) e chegou a ser um dos assuntos mais comentados por brasileiros na rede social Twitter.
Os símbolos
O Círio tem vários objetos simbólicos que podem ser apreciados durante o seu trajeto. Os principais são:
A berlinda, que leva a imagem da Santa;

A corda, que sustenta a fé na padroeira dos paraenses, possui a média de 400 metros de comprimento e pesa aproximadamente 700 quilos, de puro sisal torcido, que requer maior sacrifício físico e emocional. No ano de 2005 a direção do Círio, modificou o formato da corda, que ao invés de contornar a berlinda como normalmente era feito, a corda ainda do mesmo tamanho, veio na forma de um rosário, na tentativa de que não ocorressem atrasos no traslado, como já havia ocorrido anos antes.
O manto é mais um dos símbolos da Festa de Nazaré. A cada procissão, há sempre um novo manto envolvendo a figura de Nossa Senhora. O manto tem sempre uma conotação mística, relatando partes do evangelho. Confeccionado com material caro e importado.
Os carros de promessas ou dos milagres, que recolhem os ex-votos ilustrativos das graças alcançadas pelos fiéis; As crianças, tradicionalmente vestidas de anjos; as homenagens de fogos de artifício, queimados durante a passagem da imagem pelas ruas do centro histórico de Belém.
Outros símbolos também integram a tradição: As novenas, ciclos de orações realizadas durante as semanas que antecedem a festividade, por devotos que realizam pequenas romarias pelas casas de vizinhos. Os cartazes oficiais anunciando a festividade. O almoço com a família, realizado no domingo da procissão, como um ato de comunhão. Tradicionalmente é composto de: Pato no tucupi, tradicional prato da culinária paraense, acompanhado de arroz branco. Maniçoba, também tradicional item da culinária da região.
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Jack Kerouac (Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.)


Infância e juventude


   Kerouac, de origem franco-cana- dense, teve uma infância séria, onde era muito dedicado à mãe. Frequentou um colégio jesuíta e ajudou o pai numa fábrica de impressão. Um de seus traumas mais trágicos, que voltaria relatado nos seus romances, foi a morte do seu irmão Gerard quando ele tinha apenas nove anos.


Devido às dificuldades econômicas por que passava a família, Jack resolveu fazer parte da equipe de futebol americano do colégio para tentar uma bolsa de estudo na faculdade. Conseguiu entrar na Universidade de Columbia, em Nova Iorque, para onde se mudou com a família. Devido a um acidente que o impossibilitou de jogar por alguns meses, Kerouac começou a passar mais tempo frequentando a biblioteca da universidade, tendo assim seu primeiro contacto com autores que influenciaram muito da sua obra, entre os quais cita : Louis-Ferdinand Céline, Jack London

Não se ajustando à Marinha de guerra, acabou na Marinha mercante, onde ficou algum tempo. Quando não estava em viagem, Jack andava por Nova Iorque acompanhado pelos seus amigos "delinquentes" da Universidade de Columbia, entre eles Allen Ginsberg e William Burroughs, chamado de Bill pelos camaradas, além do seu maior companheiro de viagens, Neal Cassady.Este,recém chegado em Nova York,com sua esposa de 16 anos.Neal Cassady era um verdadeiro produto das ruas,passou sua infância e parte da juventude em reformatórios . Foi a época em que Jack conheceu os grandes amigos que formariam, alguns anos mais tarde, o "pelotão de frente" da geração beat, para desgosto da mãe.


As grandes viagens e escritos

Kerouac "começou" escrevendo um romance, The Town and The City, sobre os tormentos sofridos na tentativa de equilibrar a vida selvagem da cidade com os seus valores do velho mundo. Segundo relatado em seus diários, publicados em 2004, Kerouac tentou dar ao livro excessivo planejamento e regularização, o que tornou sua composição cansativa e desgastante. The Town and The City foi o seu primeiro romance publicado, porém não chegou a lhe trazer fama. Devido também à má experiência, passaria muito tempo sem publicar novamente. Durante o período que se sucedeu, criou os rascunhos de outras grandes obras suas - Doctor Sax e On the Road. Na tentativa de escrever sobre as surpreendentes viagens que vinha fazendo com o amigo de Columbia, Neal Cassady, Kerouac experimentou formas mais livres e espontâneas de escrever, contando as suas viagens exatamente como elas tinham acontecido, sem parar para pensar ou formular frases. O manuscrito resultante sofreria 7 anos de rejeição até ser publicado. Jack escrevia vários romances, que ia guardando em sua mochila, enquanto vagava de um lado a outro do país.

Escreveu Tristessa, obra sobre uma viciada em morfina que vive na Cidade do Mexico… É um romance triste, cheio de ensinamentos budistas, repleto de compaixão pelo sofrimento humano.
Viagens de Kerouac pela América.

A relação do escritor com Neal foi determinante para despertar em Jack sua vontade reprimida de botar o pé na estrada e desfrutar de uma liberdade ainda não experimentada. Os dois viajaram por sete anos percorrendo a rota 66, que cruza os EUA na direção leste-oeste, com descidas freqüentes ao México. Saíram de Nova York e cruzaram o país em direção a São Francisco. Nessa jornada baseou-se a obra On the Road, cujos protagonistas, Dean Moriarty e Sal Paradise, aludem a Cassady e ao próprio Kerouac.

No verão de 1953 Jack Kerouac envolveu-se com uma moça negra, experiência que usou para escrever em 1958 "Os Subterrâneos". Escrito em três dias e três noites, Os Subterrâneos foi gerado a partir do mesmo tipo de rompante inspiracional que produziu o grande clássico de Kerouac, On the Road (traduzido no Brasil em 1984 como Pé na Estrada, por Eduardo Bueno). Em 1955 Kerouac apaixonou-se por uma prostituta indígena chamada Esperanza.


Foi publicado pela primeira vez em 1960 e baseado em fatos biográficos.


O método de escrever inovador

Jack Kerouac escreveu sua obra-prima “On The Road”, livro que seria consagrado mais tarde como a “Bíblia Hippie”, em apenas três semanas. O fôlego narrativo alucinante do escritor impressionou bastante seus editores. Jack usava uma máquina de escrever e uma série de grandes folhas de papel manteiga, que cortou para servirem na máquina e juntou com fita para não ter de trocar de folha a todo momento. Redigia de forma ininterrupta, invariavelmente sem a preocupação de cadenciar o fluxo de palavras com parágrafos.

O material bruto que chegou às mãos de Malcom Cowley, da editora Viking Press, em 1957, deu trabalho. Os rolos quilométricos de texto tiveram de ser revisados, foram inseridos pontos e vírgulas e praticamente 120 páginas do original foram eliminadas. O estilo-avalanche de Jack tinha ainda um elemento intensificador. Ao contrário às idéias correntes, segundo as quais trabalhou em cima do livro sob o efeito de benzedrina, uma droga estimulante; Kerouac, em admissão própria, abasteceu seu trabalho com nada mais que café.


Drogas

O uso de drogas era comum entre Jack Kerouac e seus amigos. Sobre o assunto, o amigo Allen Ginsberg comentou que “Começamos a experimentar benzedrina e anestésicos. Eu pensava que não poderia escrever porque minha mente ficava confusa, mas Jack sentia que podia escrever romances usando isso. E acho que alguns dos seus romances do início dos anos 50 foram escritos sob efeito desses e outros tóxicos. Jack praticamente se sentava e datilografava por várias semanas, fazia correções, escrevia continuamente 5, 6 ou 7 horas por dia, às vezes até o dia inteiro”.

“Jack sempre foi muito tímido, ainda que parecesse durão, era doce, sensível, passional. Neal era mais espontâneo, machão sem fazer esforço, mas também se interessava muito pelas palavras. Ele esperava Jack ensiná-lo a ser do seu jeito. Eles eram opostos e muita gente pensava que se pareciam. Neal era rude, Jack era mais introvertido e gostaria de ter a mesma iniciativa com as mulheres. Ele gostava de ver Neal fazer isso”, diz a novelista e mulher de Neal, Carolyn Cassady.


Sucesso e crítica
O sucesso e o prestígio conquistados após a publicação de “On the Road”, em 1957, deixaram Jack atormentado. Apesar de eventuais críticas positivas que realçavam o caráter inovador da obra, muitos o tacharam de subliterato e imoral. A primeira resenha escrita por Gilbert Millstein no jornal The New York Times foi satisfatória. Ele recorda no documentário “O Rei dos Beats” qual foi sua sensação ao ler o livro: “Eu li o livro e fiquei simplesmente estupefato. Eu disse ali que acreditava naquilo como a expressão perfeita de uma geração, assim como Hemingway em ‘The Sun Also Rises’ também foi uma expressão da sua geração naquela época”.

O efeito imediato da fama causou apreensão e relutância em Jack. Joyce Johnson, a jovem namorada com quem o escritor morava na época, relembra a reação dele diante da celebração instantânea: “Ele estava agitado e com medo. Ele também sentia que teria de viver para sua imagem pública, pois todos esperariam que ele fosse como Dean Moriarty ou Neal Cassady, mas ele era só Jack Kerouac. Era bastante tímido, preferia ficar num canto olhando, refletindo.”

Logo após a publicação, Jack trabalhou intensamente em outros projetos. “The Dharma Bums”, lançado em 1958, foi a tentativa do escritor de estabelecer afinidades com o Budismo. É o relato de uma escalada com o amigo poeta Gary Snyder em busca de realizações espirituais.
Isolamento

Nesta mesma época, Jack resolveu se isolar do convívio humano. Subiu até o alto de uma colina e passou longos dias sozinho confinado em uma cabana sem eletricidade e sem vidros nas janelas. Tomava quase uma garrafa de bebida por dia e sofreu com alucinações e paranóias. A experiência foi registrada no livro “Big Sur”, de 1962. Anos antes o brilhante escritor, a procura de respostas para a vida, aceitou um emprego como guarda florestal no desolation peak no verão de 1956. Experiência relatada na obra Anjos da desolação.

O problema do alcoolismo piorou com o tempo. Derrotado e solitário, vai morar com a sua mãe em Long Island. Seus últimos trabalhos exibiam uma alma desconectada de um ser humano perdido em ilusões. Apesar do estereótipo de beat - ou "beatnik", alcunha que Kerouac detestava e rejeitava - o escritor era um conservador, especialmente sob a influência de sua mãe católica. O vigor deu lugar ao cansaço, e o escritor resignou-se a uma vida ordinária.

Frequentemente apaixonado, ele chegou a casar duas vezes ao longo da vida, mas ambos os matrimônios acabaram em poucos meses. Na metade dos anos 60, Jack casa novamente, agora com uma velha conhecida de infância. Ele, a esposa e a mãe se mudam para St. Petersburg, na Flórida



quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Veja imagens de mortos na Penitenciária de Pedrinhas

O motim ocorrido no complexo deixou 9 detentos mortos e 20 feridos. 

Facção chamada Bonde dos 40 teve participação nas mortes.


Após a maior rebelião registrada no Maranhão, a Secretaria de Estado de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap) informa que Polícia Civil e a Ouvidoria e Corregedoria da Sejap estão investigando o motim que deixou 9 detentos mortos e 20 feridos, na noite desta quarta-feira (9), na Casa de Detenção (Cadet), no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.
De acordo com as primeiras informações levantadas, a confusão teria se dado em consequência da guerra de facções no presídio e do desmonte do bando conhecido como Bonde dos 40, um dos maiores do estado, com a prisão de 16 integrantes nesta semana em ação da polícia em São Luís.
A Secretaria de Direitos Humanos, Assistência Social e Cidadania (Sedihc) está acompanhando o caso.

Fonte:  Blog do Neto Ferreira