Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Brasil. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de novembro de 2016

Humilhação em Tambaba

Tambaba é uma praia bastante frequentada por naturistas do Brasil e do mundo.
É uma espécie de santuário para homens, mulheres e crianças praticantes de naturismo, um modo de vida baseado no retorno à natureza como a melhor maneira de viver: defendendo a vida ao ar livre, o consumo de alimentos naturais e a prática do nudismo, entre outras atitudes.
Lá, vez por outra, há cenas explícitas de humilhação, como a de baixo: o negão com uma chibata de amansar jumenta, e o gordinho com um adivinhão.
Vejam que foi preciso usar cinco quadrinhos pra cobrir o negão, enquanto para o gordinho bastou um.
Pior foi aguentar o risinho sarcástico da namorada...

Decididamente, foi uma concorrência altamente desleal!




quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Paraense de 79cm é a segunda menor mãe do mundo


Sex, 22 Jan, 11h34
Por Redação Yahoo! Brasil
A paraense Maria do Socorro Gomes dos Santos, de 37 anos e apenas 79 centímetros de altura, deu a luz ao seu primeiro filho, Abner, tornando-se, possivelmente, a segunda menor mãe do mundo, de acordo com a equipe médica que realizou o parto.
Maria do Socorro tem apenas oito centímetros a mais que a americana Stacey Herald, 35 anos e 71 centímetros. "Já havia feito pré-natal de pessoas portadoras de nanismo, mas Maria do Socorro foi a menor.Acredito que ela possa ser a segunda menor mãe do mundo", diz o obstetra José Carlos Cavalcante, do Ambulatório de Alto Risco da Santa Casa de Belém.
O parto foi realizado no último dia 18. Abner nasceu com 46 centímetros, só 33 a menos do que a mãe. Os dois passam bem.
José Carlos Cavalcante explica que há dois tipos de nanismo: o hipofisário, em que os portadores têm redução proporcional do corpo e membros, e a aconplasia, em que os membros são tortuosos, caso de Maria do Socorro. De acordo com o médico, trata-se de uma doença do sistema ósseo, de transmissão hereditária, por isso o bebê, aparentemente saudável, que nasceu após gestação de nove meses, terá acompanhamento especializado. "Foi fundamental o apoio da família, pois em certo momento Maria do Socorro, de apenas 21 quilos, devido ao peso de cinco quilos da barriga, já não conseguia ficar em pé", disse o médico.
A obstetra Mary Helly Valente da Costa, da equipe do Centro Obstétrico, explicou que em função da má formação da coluna, não foi possível fazer anestesia raquidiana ou peridural, sendo necessária anestesia geral. Com esse tipo de anestesia, o bebê pode nascer sem chorar, mas com o suporte da neonatologia na sala de parto o bebê teve toda a assistência necessária e nem precisou ficar na UTI Neonatal. Já a mãe ficou algumas horas na UTI apenas por observação.
Dessa forma, os dois puderam ficar juntos na enfermaria especial para gravidez de Alto Risco logo ainda no primeiro dia de vida do bebê. "Tivemos que fazer tudo rápido. O parto durou cerca de 40 minutos, mas foi um sucesso", afirmou a médica, satisfeita com o resultado do trabalho da equipe.
Maria do Socorro contou que queria ter um filho, mas não sabia se seria possível e ficou surpresa quando soube que estava grávida. Primeiro fez um teste de gravidez de farmácia, depois procurou atendimento e foi encaminhada para a Santa Casa. "Sou muito grata a toda a equipe do hospital que tornou realidade meu sonho de ser mãe", disse ela.







sábado, 26 de abril de 2014

Petrobrás investirá US$100 bilhões na indústria naval brasileira

invest-Ind-naval-470.jpg
Com a perspectiva de dobrar a produção de petróleo até 2020, investiremos US$100 bilhões na indústria naval brasileira entre 2012 e 2020. O total de encomendas no período será de 28 sondas, 49 navios e 146 barcos de apoio, 61 destes já estão em construção e 26 já entregues. A previsão é de contratação dos restantes 59 barcos de apoio até outubro, o que totalizará as 146 novas embarcações.
Além dessas encomendas, serão contratadas também 38 plataformas de produção, que contribuirão para elevar a nossa produção de petróleo para 4,2 milhões barris por dia em 2020. O reaquecimento da indústria naval alavanca também outros segmentos da indústria, como os de máquinas, equipamentos pesados, caldeiraria, elétrica e automação. O conteúdo nacional dessas obras varia de 55 a 75%, índice relevante para uma indústria que retomou sua capacidade de realização a partir de 2003.
Desde a construção no país das plataformas P-51 e P-52, há dez anos, nossas demandas foram responsáveis pelo grande avanço da indústria naval nacional e pelo desenvolvimento econômico de diferentes regiões do país. Em 2003, o setor empregava 7.465 pessoas no Brasil e hoje emprega mais de 75 mil, reflexo do aumento da produção de petróleo e investimento em logística e distribuição. Até 2017, serão gerados mais 25 mil novos empregos, segundo estimativa do SINAVAL (Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore).





segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Polícia prende o empresário Wagner Canhedo por sonegação fiscal

Mandado condenatório de 4 anos, 5 meses e 10 dias de prisão foi encaminhado pela polícia de Santa Catarina, da segunda vara criminal de Florianópolis
Camila Costa
Kelly Almeida


 
 (Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press - 3/10/01)

O empresário Wagner Canhedo, ex-proprietário da companhia área Vasp e dono da empresa de transportes Viplan, foi preso por volta das 6h30 deste sábado (31/8) quando saia da casa dele, na QL 12 do Lago Sul. O mandado de prisão condenatória, por sonegação fiscal, foi cumprido por agentes da Polícia Civil do Distrito Federal a pedido da Justiça de Santa Catarina.

Segundo a polícia, o documento condenatório de 4 anos, 5 meses e 10 dias de prisão foi encaminhado pela polícia de Santa Catarina, da segunda vara criminal de Florianópolis. Canhedo deve cumprir a sentença em regime semiaberto. 

Ele foi surpreendido pelos policiais quando saia da residência para efetuar o pagamento de funcionários de uma fazenda dele em Goiás, conforme disse em depoimento. À imprensa, o empresário afirmou também ter conhecimento da ação judicial, por crime de ordem tributária, mas alegou estar surpreso com a prisão, que ocorreu sem resistência.

Ao delegado Sergio Henrique de Araújo Moraes, ele contou que a sonegação de impostos é referente a dívidas da companhia Vasp, que teve falência decretada em setembro de 2008. Wagner Canhedo está na carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil em uma cela comum, já que ele declarou não possuir ensino superior.

Depois dos trâmites da polícia catarinense, que ocorrerão provavelmente na segunda-feira (2/9), a expectativa é de que o empresário cumpra a pena no Centro de Progressão Penitenciária, localizado no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).

Ao delegado Sergio Henrique de Araújo Moraes (foto), Canhedo contou que a sonegação de impostos é referente a Vasp (Iano Andrade/CB/DA Press)
Ao delegado Sergio Henrique de Araújo Moraes (foto), Canhedo contou que a sonegação de impostos é referente a Vasp


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

PRF flagra menino de 11 anos dirigindo em estrada de Santa Catarina

Renan Antunes de Oliveira
Do UOL, em Florianópolis
  • Divulgação/PRF
    O pai, um agricultor, disse que tinha dores nas costas e que por isso entregou o carro ao filho
    O pai, um agricultor, disse que tinha dores nas costas e que por isso entregou o carro ao filho
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) flagrou um menino de 11 anos dirigindo um carro com o pai na carona e a mãe e dois irmãos menores no banco traseiro. A cena aconteceu na manhã desse domingo (4), na BR-153, em Irani (500 km de Florianópolis).
Segundo o agente Lairton Bernardi, a equipe da PRF estava num restaurante quando notou a passagem de um Fiat Uno com o menino ao volante.
O carro foi abordado poucos quilômetros adiante. O pai, um agricultor, disse que tinha dores nas costas e que por isso entregou o carro ao filho.
O Fiat Uno estava sem cintos de segurança, sem para-choques, sem espelhos, com pneus carecas e com o licenciamento vencido desde 2009.
A PRF apreendeu o carro e multou o pai em R$ 1.063,00. Ele responderá a processo por entregar o volante a uma pessoa sem habilitação.


quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Empresário japonês vai virar prefeito de cidade de Minas

PAULO PEIXOTO
ENVIADO ESPECIAL A JANAÚBA (MG)
Um japonês naturalizado brasileiro que mal fala português assumirá em 2013 a prefeitura de um município em pleno semiárido mineiro.

Novato na política, o fruticultor Yuji Yamada, 65, foi eleito pelo PRP para gerir Janaúba, município de 67 mil habitantes que fica a 554 km ao norte de Belo Horizonte.

Ainda sem falar bem o português, após mais de 50 anos no Brasil, Yamada derrotou o PT e o PSDB --este com o apoio engajado do senador tucano Aécio Neves.

O sucesso eleitoral relaciona-se com o êxito empresarial de Yamada, iniciado aos 20 anos de idade em Registro (SP) e consumado no norte mineiro, no começo dos anos 80, a partir das plantações irrigadas de frutas, principalmente de banana prata.

"Seu Yuji" --como é chamado pelos quase 2.000 empregados da Brasnica, empresa com sede em Janaúba e que tem dez filiais-- terá agora o desafio de comandar a cidade que escolheu para viver.

Yuji Yamada vive no Brasil há mais de 50 anos, mas ainda não fala bem o português
 Rico, ele diz ter encarado a missão por gratidão à acolhida que teve na cidade.

"Aprendi a administrar com as pessoas, e Janaúba me deu muita coisa. Está na hora de retribuir. Não sei se vou dar conta do desafio, [mas] não posso voltar atrás."

Para o prefeito eleito, a saúde é a área que exigirá mais esforços, e o desemprego "preocupa muito". A economia local é baseada principalmente na agricultura e no setor de serviços.

Logo após a posse, Yamada deve viajar ao Japão para reuniões com financiadores de projetos para a saúde. Diz ter apoio do consulado do Japão no Rio nesses contatos.

Seu principal projeto é conseguir que Janaúba tenha um porto seco e se torne ponto de exportação e importação, atraindo novos negócios. 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

A face do poder


IMPORTANTES INFORMAÇÕES HISTÓRICAS
Marco Antonio Villa
A face do poder
José Ribamar Ferreira de Araújo Costa
é a mais perfeita tradução do oligarca brasileiro.
Começou jovem na política, conduzido pelo pai.
Aos 35 anos resolveu mudar de nome.
Tinha acabado de ser eleito governador do seu estado.
Foi rebatizado por desejo próprio.
Alterou tudo: até o sobrenome.
Virou, da noite para o dia,
José Sarnei Costa.
O Costa logo foi esquecido e o Sarnei,
já nos anos 80,
ganhou um “y” no lugar do “i”.
Dava um ar de certa nobreza.
Na história republicana,
não há personagem que se aproxime do seu perfil.
Muitos tiveram poder.
Pinheiro Machado, na Iª República, durante uma década,
foi considerado o fazedor de presidentes.
Contudo, tinha restrita influência na política do seu estado,
o Rio Grande do Sul.
E não teve na administração federal ministros da sua cota pessoal.
Durante o populismo,
as grandes lideranças lutavam para deter o Poder Executivo.
Os mais conhecidos
(Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Leonel Brizola, entre outros),
mesmo quando eleitos para o Congresso Nacional,
pouco se interessavam pela rotina legislativa.
Assim como não exigiram ministérios,
nem a nomeação de parentes e apaniguados.
Mas com José Ribamar Costa,
hoje conhecido como José Sarney,
tudo foi – e é – muito diferente.
Usou o poder central para apresar o “seu” Maranhão.
E o fez desde os anos 1960.
 Apoiou o golpe de 1964,
mesmo tendo apoiado até a última hora o presidente deposto.
Em 1965, foi eleito governador
 e, em 1970, escolhido senador.
Durante o regime militar
priorizou seus interesses paroquiais.
Nunca se manifestou contra as graves violações aos direitos humanos,
assim como sobre a implacável censura.
Foi um senador “do sim”.
Obediente, servil.
Presidiu o PDS e lutou contra as diretas já.
No dia seguinte à derrota da Emenda Dante de Oliveira
– basta consultar os jornais da época –
enviou um telegrama de felicitações ao deputado Paulo Maluf
– que articulava sua candidatura à sucessão do general Figueiredo –
saudando o fracasso do restabelecimento
das eleições diretas para presidente.
Meses depois,
foi imposto pela Frente Liberal como o candidato a vice-presidente
na chapa da Aliança Democrática.
Tancredo Neves recebeu com desagrado a indicação.
Lembrava que, em 1983, em fevereiro,
quando se despediu do Senado
para assumir o governo de Minas Gerais,
no pronunciamento que fez naquela Casa,
o único senador que o criticou foi
justamente Ribamar Costa.
Mas teve de engolir a imposição,
pois sem os votos dos dissidentes
não teria condições de vencer no Colégio Eleitoral.
Em abril de 1985, o destino pregou mais uma das suas peças:
Tancredo morreu.
A Presidência caiu no colo de Ribamar Costa.
Foram cinco longos anos.
Conduziu pessimamente a transição.
Teve medo de enfrentar as mazelas do regime militar,
também pudera: era parte daquele passado.
Rompeu o acordo de permanecer quatro anos na Presidência.
Coagiu
– com a entrega de centenas de concessões de emissoras de rádio e televisão – os constituintes para obter mais um ano de mandato.
Implantou três planos de estabilização: todos fracassados.
Desorganizou a economia do país.
Entregou o governo com uma inflação mensal (é mensal mesmo, leitor),
em março de 1990, de 84%.
Em 1989, a inflação anual foi de 1.782%.
Isso mesmo: 1.782% !
A impopularidade do presidente tinha alcançado tal patamar
que nenhum dos candidatos na eleição de 1989
– e foram 22 –
quis ter o seu apoio.
O esporte nacional era atacar Ribamar Costa.
Temendo eventuais processos, buscou a imunidade parlamentar.
Candidatou-se ao Senado.
Mas tinha um problema: pelo Maranhão dificilmente seria eleito.
Acabou escolhendo um estado recém-criado: o Amapá.
Lá, eram três vagas em jogo – no Maranhão, era somente uma.
Não tinha qualquer ligação com o novo estado.
Era puro oportunismo.
Rasgou a lei que determina que o representante estadual no Senado
 tenha residência no estado.
Todo mundo sabe que ele mora em São Luís e não em Macapá.
E dá para contar nos dedos de uma das mãos suas visitas
ao estado que “representa”.
O endereço do registro da candidatura é fictício?
 É um caso de falsidade ideológica?
Por que será que o TRE do Amapá não abre uma sindicância
(um processo ou algo que o valha)
sobre o “domicílio eleitoral” do senador?
Espertamente, desde 2002, estabeleceu estreita aliança com Lula.
Nunca teve tanto poder.
Passou a mandar mais do que na época que foi presidente.
Chegou até a anular a eleição do seu adversário
(Jackson Lago) para o governo do Maranhão.
ndicou ministros, pressionou funcionários, fez o que quis.
Recentemente,
elegeu-se duas vezes para a presidência do Senado.
Suas gestões foram marcadas por acusações de corrupção,
filhotismo e empreguismo desenfreado.
Ficaram famosos os atos secretos, repletos de imoralidade administrativa.
O mais fantástico é que em meio século de vida pública
não é possível identificar uma realização, uma importante ação,
nada, absolutamente nada.
O seu grande “feito” foi ter transformado
o Maranhão no estado mais pobre do país.
Os indicadores sociais são péssimos.
Os municípios lideram a lista dos piores IDHs do Brasil.
Esta é a verdadeira face do poder de Ribamar Costa.
Como em uma ópera-bufa, agora resolveu maquiar a sua imagem.
Patrocinou, com dinheiro público,
uma pesquisa para saber como anda seu prestígio político.
Não, senador. Faça outra pesquisa, muito mais barata.
Caminhe sozinho, sem os seus truculentos guarda-costas,
por uma rua central do Rio de Janeiro, São Paulo ou Brasília.
E verá como anda sua popularidade. Tem coragem?
(*) Historiador e professor da Universidade de São Carlos.
Publicado originalmente em O Globo.


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Brasil supera o Reino Unido e é a sexta economia do mundo


LONDRES, 26 dez 2011 (AFP) -O Brasil superou o Reino Unido e passou a ser a sexta maior economia do mundo, segundo afirmou nesta segunda-feira um grupo de pesquisa com sede em Londres.

Em seu último Quadro da Liga Econômica Mundial, o Centro de Pesquisas para Economia e Negócios (CEBR) coloca o Reino Unido em sétimo lugar das maiores economias do mundo, atrás de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, França e Brasil.

O chefe executivo do CEBR, Douglas McWilliams, afirmou à rádio BBC que as economias asiáticas claramente avançam, enquanto os países europeus se retraem, e que o avanço do Brasil faz parte de uma tendência mais ampla.

"Acredito que isso seja parte de uma mudança econômica maior, onde não apenas estamos vendo uma mudança do Ocidente para o Oriente, mas também, vemos que países que produzem commodities vitais - alimentos e energia e coisas como essas - estão indo muito bem e estão subindo, gradualmente, no quadro da liga econômica", declarou.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta segunda-feira que o país consolidará sua posição como uma das maiores economias do planeta, apesar de advertir que demorará de 10 a 20 anos para alcançar os níveis da qualidade de vida europeia.

"Os países que mais vão crescer são os emergentes como Brasil, China, Índia e Rússia. Dessa maneira, essa posição vai ser consolidada e a tendência é de que o Brasil se mantenha entre as maiores economias do mundo nos próximos anos", declarou o ministro em comunicado.

Mantega disse que o desempenho da economia, com um PIB em 2011 de 2,4 trilhões de dólares, faz com que o Brasil seja um país "repeitado e cobiçado" por investidores estrangeiros, que colocaram no país um recorde de quase 65 bilhões de dólares este ano.

A economia brasileira cresceu 7,5% em 2010, mas o governo reduziu as perspectivas de crescimento para 3,5% este ano, depois de a economia ter desacelerado no terceiro trimestre. Para 2012, o governo aguarda um crescimento de 4% e 5%.

Mantega disse na semana passada que a crise representa um impacto de 0,5 a 1 ponto percentual no crescimento do PIB brasileiro. "Os europeus demoram para encontrar uma solução, e essa demora faz com que a situação se agrave ainda mais", lamentou.

A população brasileira, de cerca de 200 milhões de habitantes, é três vezes maior que a britânica.

O CEBR também previu que a economia britânica ultrapassaria a francesa - em quinto lugar, este ano - em 2016 e que Rússia e Índia subirão, respectivamente, para a quarta e a quinta posições em 2020.

Das seis maiores economias do mundo, apenas a China supera o Brasil em crescimento, com uma alta de 9,5% do PIB em 2011, segundo o Fundo Monetário Internacional.