segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Diabólico plano político dos inimigos do Padre Aristides de Piancó jogam a lendária Coluna Prestes no seu assassinato.

A Coluna Prestes foi um movimento militar que surgiu no Rio Grande do Sul em outubro de 1924, tendo como principal figura o Capitão do Exercito Luis Carlos Prestes (1898 – 1920). Tinha como objetivos a pregação de reformas sociais e econômicas, e ainda repudiava qualquer acordo com as velhas oligarquias, que no plano nacional, eram representados pelo governo do presidente Artur da Silva Bernardes (1922 – 1926). Tiveram outros líderes como Juarez Távora, Miguel Costa, Izidro Dias Lopes e Siqueira Campos.
Formada pela União das Colunas Paulistas e Rio Grandense a Coluna Prestes, conhecida assim popularmente, mas oficialmente com o nome de Coluna Miguel Costa – Prestes marchou por 674 dias percorrendo 24.947 Km, passando pelos seguintes estados: RS, PR, SC, SP, MT, MS, GO, TO, MA, PI, CE, PB, RN, PE, BA, MG e terminou na Bolívia e fevereiro de 1927 com um total de 53 combates vitoriosos (invictos), com um contingente variável de 1500 homens.
Sua tática de guerrilha foi conhecida internacionalmente, com uma das mais prodigiosas façanhas militares da história de guerrilhas; não andavam com menos de 800 homens, consumindo em torno de 100 mil cavalos em sua jornada, não ficavam mais de 48 horas em um mesmo lugar o que dificultava a sua localização, devido a sua movimentação rápida.
Passando por dois governos, um em sua formação Artur Bernardes (1922 – 1926) e outro na sua extinção Washington Luiz (1926 – 1930), mataram por volta de 600 soldados e sofreram perda de 70 oficiais guerrilheiros; Tentavam atrair a atenção do governo para que pudessem surgir outros focos revolucionários nos grandes centros; começando a desordem para depois eclodir o movimento maior, uma revolução marxista. Queriam, e assim foi decidido na reunião de 12 de abril de 1925, conscientizar a população do interior, predominantemente a rural, do domínio exploratório do governo, e difundir suas idéias para ter apoio popular, uma coisa básica em movimento revolucionário. Em seus objetivos, porém, tiveram que ter atitudes bruscas, como toda revolução, atitudes fortes, que podem prejudicar o movimento diante dos olhos do povo.
Outro motivo que ajudou a prejudicar sua imagem frente à opinião pública, foi o fato de que ao adentrar em um vilarejo, roubavam cavalos, alimentos, armas, aterrorizavam a população... O principal nome dessa aterrorização foi o tenente João Cabanas, que depois de adoecer em fevereiro de 1925, não se seguiu mais com a Coluna.
Sem nunca ter perdido uma batalha, a Coluna Prestes, poucas vezes enfrentou grandes efetivos do governo e, em geral eram utilizados táticas de despistamento, para confundir as tropas legalistas.
Não foram registradas batalhas contra cangaceiros, apesar da Coluna ter passado pelo Nordeste em 1926 e pelos cangaceiros de Lampião, que receberam dinheiro, munição e mantimentos do governo para enfrentar a Coluna, recebendo ainda, Lampião, do governo a patente de capitão honorário das forças legais, fato paradoxal que reforça a tese, de que, o bando de Lampião lutava com o objetivo maior de sua própria sobrevivência.
Os integrantes da Coluna Prestes apresentavam-se ricamente vestidos e com cavalos enfeitados da cor predominante da revolução, que era o vermelho, além de lenços, tinham bandeiras e estandartes. De uma maneira geral, a população, como era completamente desinformada, confundia a Coluna Prestes, com o bando de Lampião e outros, além do que, não entendiam o que era a força legalista do Governo Federal. Havia uma expressiva propaganda contra as tropas Prestistas por parte das tropas legalistas, no sentido tático de eliminar qualquer que fosse o tipo de recurso que pudesse vir a fortalecer a Coluna, qual fosse material ou humano. O efeito desta propaganda contra a Coluna se reflete na hostilidade que se deparavam os integrantes da Coluna Prestes, por vários estados em que passava.
Em terras Maranhenses, vale dizer, que pouca hostilidade foi dispensada aos prestistas, sendo os integrantes da Coluna recebidos com as mais sinceras manifestações de simpatia. Da mesma forma em terras Piauienses. No Ceará, porém, as tropas prestistas foram surpreendidas por forte reação, daí decidiram deslocar para Paraíba.
A Coluna Prestes entrou no estado, vindo de Luiz Gomes (RN) até chegar no lugarejo de Várzea Cumprida, em Pombal (PB).
Piancó não constava no percurso da Coluna, tendo sido incluída de última hora uma vez que a polícia paraibana havia fechado quase todas as fronteiras do estado á passagem da Coluna.
Na vila Boqueirão de Coremas, havia uma sub delegacia – posto – que contava com apenas 05 policiais (praças) sendo a mesmo caminho obrigatório em destino a Piancó PB, presenciou a passagem de cerca de 2500 revolucionários. Eles foram divididos em 02 sub grupos; Enquanto um ficou acampado a poucas léguas de Piancó, na fazenda Santa Cruz, o outro ficou próximo a Coremas, na localidade de Estreito.
Em Piancó havia uma briga paroquial onde a oligarquia da família Leite que tentava expurgar o Deputado Estadual Padre Aristides da sua trajetória política, este último fortalecido pelo então aliado Governador do Estado, o Dr. João Suassuna (1924/1928).
Há indício de que a família Leite armou uma emboscada para recepcionar os oficiais prestistas, cuidando para que fosse divulgado como o autor deste confronto, o Padre Aristides.
No dia 08 de fevereiro de 1926, entrava em Piancó uma vanguarda da Coluna, que foi surpreendida por supostos homens a mando de Pe. Aristides, adversário político local da família Leite. Nesta emboscada, a Coluna Prestes teve uma grande perda, o tenente Laudelino Pereira da Silva, que alvejado à bala sucumbiu morto.
Informados de que a autoria da morte do oficial da Coluna Prestes se devia ao Pe. Aristides, os integrantes da Coluna invadiam a Vila para um acerto de contas como o Pe. Aristides, este tratou de resistir juntamente com alguns  homens. A história dá conta de que o Pe. Aristides foi vítima do bem arquitetado plano político dos seus adversários locais, a oligarquia Leite, tendo sido, a Coluna Prestes usada para ser o algoz definitivo pelo Padre, como foi notificado nos jornais da época aos paraibanos.
A Coluna Prestes chegou à Vila Piancó na tarde de Segunda Feira – 08 de fevereiro, em seqüência, na noite deste mesmo dia, as famílias se retiraram e pelo vexame com que saíram, abandonaram completamente as suas residências deixando haveres, roupas, moveis, etc.
A vila teria ficado vazia e nela permaneceu exclusivamente, as famílias do Srs. Manoel Candido (administração da mesa de vendas) do tenente Antonio Benicio (Comandante da Força), do alfaiate Isidro, do Pe. Aristides e seus amigos, o destacamento policial composto por quinze praças e civis armados do Sr. João Galdino (Coletor Federal)
A passagem da Coluna Prestes na cidade de Piancó, foi marcada por sangue em registro na nossa historia, dando origem a vários questionamentos posteriores em um episodio não totalmente esclarecido.
A cidade tradicional sertaneja teve sua elite política e social fuzilada e depois degolada, num barreiro ao redor da cidade, foram mortos em torno de 28 pessoas conhecidas pela história da Paraíba como os mártires de Painço – PB, com destaque para o chefe político Dep. Pe. Aristides Ferreira da Cruz, o Prefeito local o Sr. João Lacerda Moreira, e seu filho Osvaldo Lacerda.
Em 09 de fevereiro de 1926 (Terça Feira), ocorreram combates com tiroteio ininterrupto de manhã, até o anoitecer. Que chefiava o ataque por parte da Coluna era o capitão (depois General) Cordeiro de Farias e suas baixas à morte dos oficiais – Cap. Peres e Pretinho além de sair gravemente ferido o 1ª Tenente Agenor.
Segundo relatos oficiais e oficiosos, o Pe. Aristides foi torturado e trucidado, juntamente com seus amigos, e teriam sido conduzidos com vida até um barranco onde foram assassinados (degolados). Neste local foi erguido um monumento ao Pe. Aristides, sendo este local o mesmo onde construiremos o museu da Coluna Prestes, com o objetivo de relatar a história do cotidiano de quase 1500 homens e mulheres que percorreram a pé e a cavalo quase 2500 Km do Território Brasileiro, numa marcha que durou quase 02 anos e 07 meses e atravessou mais de 13 Estados do Brasil. Registraremos a trilha da Coluna Prestes e a histórica marcha marcada pelo calor das batalhas.
Conflito na Passagem da Coluna Prestes em Piancó
Região situada no Oeste do estado brasileiro da Paraíba, o Vale do Piancó foi um dos locais por onde a Coluna Prestes esteve em sua incursão. Para muitos seriam os "Cavaleiros da Esperança", mas para outros, essa corrente de cunho militar, liderada por Prestes e com idéias comunistas, era mais um grupo que abalaria a região com suas idéias mas, quando com o poder em suas mãos, não faria nada para ajudar realmente a população pobre da região.
É provável que uma certa "rivalidade", que pode ser notada no Brasil, entre Nordestinos e Sulistas tenha também alimentado esse foco de resistência na cidade de Piancó, aos pés da Serra de Santo Antônio. Contudo não pode ser explicado a real motivação dos "heróis do Piancó", mas essa batalha esta listada como uma das grandes resistências a Coluna. Como supor que essa incursão de revoltosos no território paraibano teria como epílogo uma tragédia na Vila de Piancó.
Claro na Wikipédia devemos nos conter apenas a imparcialidade, porém a mesma não é observada em vários livros de história, onde a defesa da atitude do grupo de Prestes é diretamente ligada as idéias do escritor e nem de longe contestadas. Por esse motivo não está clara a idéia que levou a um padre do interior nordestino, ligado a política local, e identificado por sua população como um grande líder, a organizar um grupo armado, e muito menos os ideais que levaram alguns civis a se juntarem nesta causa.
De evidente, temos apenas o fato de não discutirmos - pois não há dúvidas - o trucidamento frio e requintado do Padre, chefe da política local, e de mais 16 pessoas, entre as quais estão o Prefeito Municipal, funcionários públicos e pessoas humildes.
Sendo assim, esta lógica nos leva a crer que nem tudo que lemos sobre Prestes é verdade, e que o fato de sua passagem pelo sertão agrediu a população, pois para muitos nordestinos o nome Coluna Prestes é clara referência a má conduta militar e um tempo de medo e crueldades que por muitas vezes, como é o caso de Piancó, faziam uma cidade inteira fugir, aguardar e retornar para suas casas e lojas, agora saqueadas pelos rebeldes.
Inicio dos Fatos:
A notícia da ocupação de Coremas, que fica a 28 km de Piancó, foi divulgada na tarde de segunda-feira dia 8 de fevereiro de 1926, e durante a noite iniciou a retirada das famílias que, pelo vexame em que saiam, abandonaram residências, muitas roupas e utensílios, ficando a Vila quase despovoada. Permaneceram exclusivamente as famílias de Manoel Cândido, Ten. Antônio Benício e seu destacamento policial composto por 15 praças, o alfaiate Isidoro, Padre Aristides e amigos, civis armados armados do Sr. João Galdino, e outras pessoas que se ofereceram.

9 de fevereiro de 1926

Às 06:30 da manhã chegara a Piancó o Ten. Manuel Marinho, vindo de Patos em um caminhão, conduzindo armas, munição e cinco praças, somando assim um total de 20 soldados.
Quando Sargento Arruda fazia a distribuição do armamento e munição, e Ten. Benício organizava os quatro piquetes a Coluna penetrava na vila pela rua do Conselho Municipal. Segundo Sr. Dantas os primeiros disparos foram da Coluna, já Pe. Otaviano, em seu livro "Os mártires de Piancó", afirma que o primeiro tiro fora dos piancoenses. Histórias populares dizem que o primeiro oficial vinha montado, vestindo culotes, paletó azul-marinho e portando uma bandeira branca. Mas não há certeza.
Sargento Arruda e outros resistiram na casa do Juiz Dr. Abdon Assis em frente ao Conselho. A Coluna recuou, retornando vinte minutos depois procurando envolver a Vila pelo nascente e poente. Do lado Sul haviam dois piquetes, um comandado pelo alfaiate Isidoro e Francisco Lima, e outro por amigos de Pe. Aristides na casa do Sr. Mario Leite.
Foi possível manter resistência até às 14:00 horas, sendo feita uma retirada dos piancoenses, uma vez verificada a impossibilidade material de prolongar a luta. Entretanto, o pessoal do Padre continuou resistindo ainda por meia hora quando, para facilitar o ataque, os rebeldes jogaram uma granada numa das janelas e tomaram as salas da frente, havendo ainda alguma resistência brevemente cessada, com recuo dos sitiados para o interior da casa onde estava o Padre. Em fuga foram atingidos José Lourenço e João Monteiro. Esse último , embora ferido, conseguiu escapar. Também escaparam uma criada e duas crianças que se evadiram às 13:00 horas.

Sangue no Barreiro

Haviam poucos vestígios de sangue na casa. O padre e seus amigos foram conduzidos ainda com vida para o barreiro. É com comoção que pessoas mais antigas da cidade contam que o barreiro estava completamente tinto de vermelho. Veja agora as palavras de um dos rebeldes, em Santana dos  Garrotes, que ajudaram a trucidar o Padre.
"Perdemos um oficial, que todo o Piancó queimado não pagaria, mas, também o chefe, Padre Aristides, foi para a sepultura, num barreiro, com seus próprios pés"

14 de fevereiro 1926

Integrantes do Jornal O Combate, editado em Cajazeiras adentraram na cidade nesse dia e localizaram a mulher que fugiu por ordem do Padre. A mesma narrou o fato: o Padre sentindo-se cercado mandou ao muro Rufino, seu guarda de confiança, a ver o que era possível fazer. Rufino, deparando-se com o ataque, voltou e disse ao Padre que, se saíssem morreriam e se ficassem dentro de casa haviam de morrer. Nesse momento dos enormes estampidos se fizeram ouvir: eram granadas e bombas de gás. O pessoal que brigava sentiu forte dor de cabeça, não havendo remédio o Padre aconselhou o uso de açucar. Sendo a casa invadida o pessoal resistia no corredor.
Padre Aristides

*Biografia:
Filho de Jorge Ferreira da Cruz e D. Joana Ferreira da Cruz, padre Aristides foi uma figura marcante da história política dos legalistas da Paraíba, no semi-árido, Vale do Piancó. Sua marca registrada na história, é fruto não só de sua carreira política mas também de sua trágica morte, sendo ele trucidado por integrantes da Coluna Prestes, em um barreiro.
Esse artigo tem base em pesquisa, livros e Literatura de cordel, seus fatos na narração, feita na mesma semana na imprensa Estadual, pelo senhor Sebastião Dantas, testemunha ocular.
Deu início ao primário no Colégio de Antônio Gomes Barbosa. Segundo Padre Otaviano, não era um bom aluno, pois não demonstrava interesse pelo Português e Latin. Sendo ele um pouco abstrato, tinha um vocabulário exíguo, soltando por várias vezes, verdadeiros disparates, durante a conversação. Nunca havia lido uma poesia, e não lhe agradava a literatura.
Recebeu, no dia 1 de Novembro de 1901, das mãos de Adauto Aurélio de Miranda Henriques, Bispo da Diocese da Paraíba, a coroa de Sacerdote.
Em 25 de Agosto de 1902 passou a ocupar a função de novo vigário da Freguesia na Vila de Piancó, onde entrou triunfantemente.
Em Julho de 1912 foi afastado do comando da Igreja, por não obedecer ordens emanadas da Diocese da Capital.
Apesar de afastado, não manifestava sentimentos de rebeldia contra a igreja. Amargamente, queixava-se da falsidade de outras figuras políticas de Piancó. Dizia que homem sem liberdade não era homem. Assim fincando raízes não só em suas coerentes posições, mas também na cidade.
Em 1915, foi eleito Deputado. Agora as rédeas da política piancoense, anteriormente comandada pela Família Leite, estava em suas mãos. Foi reeleito por mais duas legislaturas consecutivas.
Aristides, o homem que comandou os legalistas de Piancó contra os comandados de Luís Carlos Prestes.









domingo, 12 de fevereiro de 2017

Como hoje é domingo, vamos falar de anjos!

Prá quem gosta e acredita nos significados dos nomes ai vai...
SABE A RAZÃO DOS NOMES DOS ANJOS?
 Todos terminam com 'el'.
Com base nos escritos de estudiosos sérios, teólogos e rabinos, alguns desses nomes foram decifrados:
 - GABRIEL:"AQUELE QUE DEUS ENVIOU";
- MIGUEL: "IGUAL A DEUS"
- RAFAEL: "ANJO MENSAGEIRO" e assim vai...

Sendo assim, veja no texto abaixo as novas descobertas relativas aos estudos desses seres protetores.
NOVOS ANJOS:
Aluguel
anjo mau. Não deixa a pessoa conseguir sua casa própria;

Chanelanjo protetor dos costureiros, estilistas e outros   boiolas;
Papai Noelanjo protetor do comércio. Só aparece no fim  do ano para acabar com seu 13º. anda sempre acompanhado pelo anjo Jingobel;
Tonelanjo protetor dos alcoólatras anônimos e bêbados  em geral;
Pastelanjo protetor das colônias japonesas e chinesas;
Gel
anjo que protege as pessoas com cabelos rebeldes;
Manoelanjo protetor das piadas preconceituosas;
Papelanjo protetor daqueles com intestinos soltos;
 
Anatel  anjo criado em Brasília, que não serve para nada; 


Motel-Esse... serve para fa-zer mais anjos !








JIN SHIN JYUTSU

A mão direita representa o "aqui agora" e a mão esquerda o "passado".
Aproveitem para fazer isso quando vocês forem ao cinema, assistir uma palestra,  TV, fila de banco, viagem ou qualquer lugar que vocês possam pegar em seus dedos e esperar pulsar. O toque é na intensidade de quando a gente pega um passarinho. Sem apertar. Depois que começar a pulsar, espera uns 3 minutinhos e aí muda de dedo.
Memorizem cada dedo e os órgãos a que eles se relacionam porque aí vocês vão poder se cuidar sabendo realmente aonde vocês está estimulando a energia passar. Quando a energia não passa direito no órgão é aí que vem a doença.                                                                       

Envolva, suavemente, com uma mão, o dedo correspondente da mão oposta, por alguns minutos.

Dedo polegar
Melhora a digestãode alimentos, idéias, pensamentos e emoções; ajuda a dormir melhor e nos torna receptivos ao toque e carinho.
Preocupaçõese ‘ruminações mentais’ desaparecem.
Ajuda estômago, baço e pâncreas.
Bloqueia uma dor de cabeça que está começando.
 
Dedo indicador
Traz coragem, fortalece o desejo de viver, harmoniza a circulação dos fluidos corporais e o sistema muscular.
Dissolve o medoe as inseguranças.
Ajuda rim e bexiga.
Evita uma dor nas costas que está iniciando.

Dedo médio
Expande o sentimento de compaixão, a lucidez mental, a criatividade;
regula a harmonia interior do corpo.
Elimina a raiva, frustrações e irritabilidade.
Ajuda fígado e vesícula biliar.
Melhora a visão e revitaliza a fadiga geral.
 

Dedo anular
Promove a alegria, a esperança, o soltar do passado e o se abrir ao novo; dá vitalidade e energia ao corpo.
Afasta a tristeza, negatividade e o pesar.
Ajuda os pulmões e o intestino grosso.
Harmoniza a respiração e desconforto no ouvido.

Dedo mínimo
Conecta com a intuição, aumenta a autoestima, 
harmoniza 
o sistema esquelético.
Termina com pretensão, julgamentos, comparações e esforço.
Ajuda coração e intestino delgado.
Evita uma dor de garganta que está iniciando.
 



Centro da palma da mão
Traz sensação de paz profunda e de unidade com o universo.
Dissolve o desânimo.
Ajuda diafragma e fluxo do umbigo.
Harmoniza corpo, mente e espírito mutuamente e com o universo.



Encaminhando:Lucia Beatriz Schneider


TESTE SEU PORTUGUÊS (em uma frase apenas)...

 RESPOSTA:
Maria toma banho porque sua. Mãe, disse ela, pegue a toalha.
A 'pegadinha' está no fato do uso do verbo suar, confundindo com o pronome possessivo (sua).. A Língua Portuguesa é fogo, mesmo. 


sábado, 11 de fevereiro de 2017

Sua vida sexual esta igual coca cola?

Vida sexual de Coca-cola:

Dois amigos conversavam: 


 “ Como vai sua vida sexual, compadre? 


 “ Tá indo, compadre... igual a Coca-cola! 


 “ Coca-cola?... Como assim? 

 “ Primeiro, Tradicional; depois, Light; 

e agora, 
Zero!






terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Pesquisa aponta sexo oral como principal causa de câncer na região da garganta

Os cientistas da pesquisa afirmam que o sexo oral agora ocupa o topo da lista entre o comportamento de risco para o câncer na garganta

Uma pesquisa realizada na Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, descobriu que o vírus HPV é a principal causa do câncer na região da garganta em pessoas com menos de 50 anos.
Os cientistas da pesquisa afirmam que o sexo oral agora ocupa o topo da lista entre o comportamento de risco para o câncer na garganta. Antes, o cigarro e as bebidas alcoólicas sempre foram apontados como os principais fatores, mais comuns em pessoas acima de 50 anos.
Existem mais de 200 variações em diferentes graus de riscos que o papiloma vírus humano pode provocar, como lesões de pele ou em mucosas. Uma delas é apontada como causador de verruga no colo do útero, consideradas lesões pré-cancerosas.
Casos desse tipo de câncer em pessoas com menos de 50 anos dobrou nos estados Unidos. Inglaterra e Suécia também identificaram aumento da doença causada pelo HPV.
De acordo com a pesquisadora Maura Gillison, alguém infectado com o tipo de vírus associado ao câncer de garganta tem 14 vezes mais chances de desenvolver a doença.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O CRAVO NÃO BRIGOU COM A ROSA


Texto de Luiz Antônio Simas

Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto.
Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais O cravo brigou com a rosa. A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo - o homem - e a rosa - a mulher - estimula a violência entre os casais. Na nova letra "o cravo encontrou a rosa debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada".
Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha.
Será que esses doidos sabem que O cravo brigou com a rosa faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro?
É Villa Lobos, cacete!
Outra música infantil que mudou de letra foi Samba Lelê. Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar.
Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é Samba Lelê? Villa Lobos de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz.
Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil.
Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens.
Dia desses alguém (não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda) foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de veado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de veado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.
Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão coisa de veado? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão coisa de viado não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.
Daqui a pouco só chamaremos o anão - o popular pintor de roda-pé ou leão de chácara de baile infantil - de deficiente vertical . O crioulo - vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) - só pode ser chamado de afrodescendente. O branquelo - o famoso branco azedo ou Omo total - é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia - aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do quinto batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno - é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade. O gordo - outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão - é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha.
Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais... Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.
O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz pra puta-que-o-pariu e o centroavante pereba tomar no olho do cu, cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de Jesus, alegria dos homens, do velho Bach.
Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais. O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova, aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do seguro funeral, o popular tá mais pra lá do que pra cá, já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a "melhor idade".
Se Deus quiser morreremos, todos, gozando da mais perfeita saúde. Defuntos? Não.
Seremos os inquilinos do condomínio Cidade do pé junto.
Abraços,
Luiz Antônio Simas
(Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor de História do ensino médio).