domingo, 18 de setembro de 2016

Fotos de política ucraniana nua vazam na internet, mas ela diz que não liga: "elas são arte pura"

A política ucraniana Olga Lyulchak, de 30 anos, alegou que sua conta do iCloud foi hackeada depois de ver suas fotos nuas na web. Desde o fim de agosto, uma série de celebridades, como Jennifer Lawrence, Kate Upton e Kim Kardashiantambém tiveram suas fotos roubadas. Todas elas sentiram sua privacidade invadida, mas a ucraniana diz que não se importa nem um pouco com as suas imagens vazadas, pois as considera 'finas' e até mesmo as compara com obras de arte de Van Gogh.
Segundo o site britânico "Daily Mail", Olga afirmou que as mulheres que tiveram suas fotos íntimas vazadas não devem ser demonizadas. "O mundo honra grandes trabalhos como os de Van Gough, Titian e mais artistas, e eles pintaram mulheres nuas que foram admiradas", disse. "Hoje, as mulheres que aprecem nuas são consideradas vulgares ou vergonhosas. Eu não consigo entender. Acho que elas são arte pura."









quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Drogas e prostituição engordam PIB do Reino Unido

PIB-INGLESComo saída para salvar o sistema capitalista europeu, que desde 2008 está em crise, a União Europeia orientou ao Reino Unido acrescentar ao seu cálculo do PIB os rendimentos do tráfico de drogas e da prostituição, setores que são responsáveis pelo avanço brutal do tráfico de pessoas em todo o mundo.
Sem assombro e nenhuma centelha de críticas (mas para quê, se o assunto não era o Brasil), o correspondente Renato Machado (Jornal Bom Dia Brasil) apresentou a boa nova como se tivesse falando da previsão do tempo em Londres.
O especialista de vinhos da Globo, também informou que isso já é uma prática no velho mundo. Outros seis países da Europa calculam seus crescimentos com os dividendos criminosos. Ou seja, os crescimentos destas seis nações (que não foram apresentadas) ainda é menor do que o apresentado.
Salve o tráfico e a prostituição, ajudou a tirar da lama, ou nem sujar a barra, nesta crise.
Mas, em tempos de crise, o capital faz qualquer coisa para garantir os investimentos, inclusive legalizar tráfico e prostituição.
Esse blog fez uma breve pesquisa nos portais europeus, com a nova medida a Grã-Bretanha receberá um impulso de 10 bilhões de libras.
Informações da agência Antena Lusa, indicam que os cálculos são do Office for National Statistics (ONS), órgão responsável pelas estatísticas da Grã-Bretanha. Segundo a contagem oficial, são 3 bilhões de libras vindas da prostituição e 7 bilhões de drogas ilegais.
Vale tudo para manter o padrão… Imagina se fosse no Brasil!!!




domingo, 11 de setembro de 2016

Maior prédio comercial de SP mantém Casa Bandeirista e cria cenário diferente na cidade

Um gigante de 175.000 m2 todo envidraçado envolve uma pequena casinha do século 18 em plena avenida Brigadeiro Faria Lima, no Itaim Bibi, área nobre da zona oeste de São Paulo.

Batizado de Pátio Victor Malzoni, o edifício é atualmente o endereço comercial mais caro do país.

Em 2011, a venda de 34 mil m2 de área que pertenciam à Brookfield Incorporações atingiu R$ 600,6 milhões, ou R$ 17.655 por m2, maior valor até então em uma transação imobiliária no Brasil.

Valor como este certamente jamais passaria pela cabeça da família Couto de Magalhães, antiga dona da Casa Bandeirista, que foi sede da chácara Itaim e hoje surge refletida nos vidros do teto do vão livre de 41 metros de largura por 21 metros de altura.

O general Couto de Magalhães, herói da guerra do Paraguai, comprou a casinha de taipa de pilão em 1896 e ampliou o patrimônio adquirindo terras em volta. Estava criada a chácara Itaim.

Já na segunda metade do século 20, seu sobrinho Leopoldo Couto de Magalhães, conhecido como Bibi, loteou a extensa chácara para criar o bairro do Itaim Bibi.

Em 1982, o Condephaat (órgão estadual do patrimônio histórico) tombou a casinha e definiu um raio de dez metros como área envoltória. Ou seja, nada poderia ser construído nesse espaço, para não prejudicar a visão do imóvel.

Na época, o megainvestidor Naji Nahas, que havia comprado o terreno de 19.000 m2, queria erguer ali um shopping. Não deu certo por causa do tombamento do imóvel.

Um grupo saudita adquiriu o terreno e propôs a construção de duas torres de 19 andares e 80.000 m2 de construção. A prefeitura autorizou o projeto desde que a casa fosse restaurada.

O projeto não foi feito e, em 2008 o terreno foi vendido por R$ 500 milhões -na época, o maior negócio imobiliário já realizado no país, superado em 2010 pela venda de parte do próprio prédio.

É aí que surge o projeto definitivo, com duas torres envidraçadas de 19 andares e um edifício suspenso sobre o vão livre, com 11 pavimentos.

São 175 mil m2 de área construída, o maior prédio comercial de São Paulo -há empreendimentos maiores, mas em vários prédios.

A partir do 8º andar, os espaços comerciais chegam a medir 5.000 m2 quadrados -a maior área de São Paulo. Nos seis andares de garagem, 2.371 vagas para carros e 441 para motos, além de caminhões e utilitários.

Para os pedestres, fica aberta a passagem entre a Faria Lima e a rua Iguatemi por baixo do vão livre do prédio.

"É um marco na Faria Lima. Não não tem outro prédio como este, deste tamanho. E não vai ter", diz Marc Rubin, do escritório Botti Rubin, autor do projeto.

COMPENSAÇÃO
Para autorizar o funcionamento do gigante de vidro -são 40 mil m2 de vidros de controle solar-, a prefeitura exigiu uma série de obras viárias que, ao menos por enquanto, sem os milhares de veículos que serão atraídos, melhoraram o tráfego na região.

"Abriram até uma rua, que não tinha, colocaram semáforo. Ficou ótimo", disse Carlos Sales, dono de um bar vizinho ao empreendimento, se referindo ao prolongamento da rua Iguatemi entre a Joaquim Floriano e a Horácio Lafer, uma das obras exigidas.

Sales se diz ansioso. "Durante a obra já foi muito bom. Quando inaugurar vai ficar melhor ainda."

Enquanto o Habite-se não sai, as empresas que compraram ou alugaram espaços comerciais no edifício trabalham na reforma de suas áreas.

As empresas que estão na lista o Google, o banco BTG Pactual, o ICBC (Industrial e Comercial Banco da China) e um restaurante do grupo Fasano.

Para ser vizinho dessas empresas é preciso preparar o bolso. Uma laje corporativa de 3.700 m2 pode sair pela bagatela de R$ 700 mil. Por mês.

sábado, 10 de setembro de 2016

Ex-presidiário do Carandiru vira empreendedor e investe em Miami


*
Eu não sou normal. Entre 19 e 29 anos eu vivia de bater carteira. Nessa época eu tinha uma conta em banco chamada "habeas corpus", que usava para me livrar da prisão quando era pego. Aí pensei: "Se com essa determinação, com essa disciplina, eu começar a trabalhar sério, só vai dar eu".

Sou um cara que não sabe nem ler nem escrever, mas tenho 13 imóveis na Flórida e uma frota de cem táxis em Belém e Manaus. E mais 50 em Fortaleza que um filho cuida.

Eu roubava carteira desde os 19 anos em Belém do Pará. Tinha saído de casa aos sete anos, morei na rua, embaixo de viaduto e no mercado Ver-o-Peso. Aos 14 comecei a sair com prostitutas.

Tinha gente que matava, um monte de coisa, mas eu só batia carteira. Vim para São Paulo para ganhar respeito, virar referência, mas acabei preso. Fui duas vezes para o presídio do Carandiru.

Nessa época tinha muita superlotação. Cabiam 7.000 pessoas e tinham 10 mil. Foi aí que decidi deixar o crime.

Peguei minhas coisas, reuni alguns dos meus filhos e voltei para Belém. Eu tenho nove filhos, o mais novo tem 36 anos e hoje estão todos bem. Eu fiz muita burrada quando era mais novo, tive muitas mulheres, mas hoje estou casado.

Eu também levei minha mãe de volta para Belém, ela sempre me acompanhou. Quando roubei pela primeira vez, levei para ela o dinheiro, porque queria tirar ela daquela situação.

Fico muito emocionado quando falo da minha mãe, ela morreu há seis meses, que Deus a tenha.

Tudo o que fiz foi para ajudá-la: entrar no crime, sair do crime, largar as drogas. Eu usei tudo. Até crack. Só consegui parar em 2000. Estou há 14 anos limpo.

Quando voltei para Belém, em 1979, trabalhei em um mercado de peixe e juntei dinheiro para comprar um Fusca. Virei taxista. E coloquei na minha cabeça: vou ter uma frota de dez carros. Consegui. Depois, queria ter 50. Aí pulei para 100. Muita gente da polícia e da Justiça acreditava que eu não ia ser um trabalhador honesto, sempre seria um ladrão. Eu sempre digo: tudo que o homem quer, o homem consegue.

Meu sonho agora é ganhar a cidadania americana e morar em Miami. Estou investindo lá por isso. Compro, reformo e alugo os imóveis. Eu sou como um cão farejador e sinto as oportunidades.

Dentro do crime eu aprendi muita coisa. Eu trouxe a experiência de sofrimento e a visão aguçada.

Quando você coloca a mão no bolso de alguém para roubá-lo, você não olha para ele. Você vê as pessoas em volta, para ver se pode, se ninguém está vendo. É um sentido a mais que eu tenho.

Também aprendi na prisão a conviver com o ser humano, bom ou ruim. O ser humano é a mola do mundo.

Tem humano nos Estados Unidos, em Belém, em São Paulo e na prisão. É esse o segredo do meu trabalho, eu vejo o ser humano, leio a mente dele.







quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Semana da Pátria: conheça o Rolls Royce da Presidência da República

  
   Presença tradicional nos desfiles de 7 de setembro na capital federal, o Rolls Royce – carro que transporta o Presidente do Brasil durante o evento – está no país desde 1953. A partir de então, todos os chefes de Estado utilizaram o veículo em algum momento de seus mandatos. Atualmente, a viatura presidencial encontra-se em fase de preparação para as festividades deste ano.

Na garagem do Palácio do Planalto, uma parte da equipe responsável pela frota do órgão trabalha no polimento, limpeza, revisão da mecânica, entre outros. Tudo isso para que o automóvel esteja impecável, neste sábado, ocasião em que os cerca de 50 mil espectadores do desfile poderão ver, de perto, a presidenta Dilma Rousseff chegar à Esplanada dos Ministérios.

Além desses cuidados, o Rolls Royce demanda atenção permanente. Uma vez por semana, por exemplo, a relíquia sai da garagem da Presidência por 20 minutos. Neste período de tempo, o servidor Areolino Moreira de Castro dirige o carro para manter seu bom funcionamento. Secretário da Coordenação de Transportes, Castro está há 30 anos no setor e, desde 1990, é responsável por este serviço, além de exercer suas funções de rotina.
De acordo com ele, o automóvel passa por manutenção de uma a duas vezes por ano. Este processo inclui, entre outros, a troca do óleo e do filtro, bem como a limpeza interna. “Os pneus são calibrados semanalmente”, completa. O servidor conta, ainda, que quando não está em uso, o carro fica coberto por uma capa protetora.
Areolino de Castro é motorista e sempre trabalhou no setor de frota. Assim como no ano passado, estará no desfile em comemoração ao Dia da Pátria dirigindo o caminhão que leva a imprensa para fotografar a chegada da presidenta Dilma.


Além do desfile, a relíquia pode ser vista nas posses presidenciais ou no primeiro domingo de cada mês durante a troca da Bandeira Nacional, quando fica estacionada na portaria principal do Palácio do Planalto.

Especificações

O Rolls Royce tem motor de seis cilindros, é movido a gasolina, pesa 2,5 toneladas e tem capacidade para transportar sete pessoas. Até hoje já rodou 29.527 quilômetros e conserva suas peças originais.

Toda a mecânica do veículo está a cargo do servidor Ailton Ferreira Lessa. Há 17 anos na Presidência, Lessa conta que a maior dificuldade que o carro traz é com as peças para reposição. Por causa disso, explica, ”muitas delas são fabricadas por nós mesmos, de maneira artesanal, quando não têm como comprar do exterior”. Para o 7 de setembro, segundo ele, já foi feita a revisão da parte mecânica.

O automóvel Rolls Royce – Silver Wraith, fabricado em 1952, modelo cabriolé, foi embarcado em fevereiro de 1953 no navio Highland Princess, sendo transportado de Londres para a cidade do Rio de Janeiro. Foi utilizado pela primeira vez, em 1º de março de 1953, pelo então presidente Getúlio Vargas, durante as comemorações do Dia do Trabalho, em Volta Redonda (RJ).

Semana da Pátria: conheça o Rolls Royce da Presidência da República
Semana da Pátria: conheça o Rolls Royce da Presidência da República
Sempre pertencente à Presidência da República, a relíquia foi incorporada à frota de Brasília (DF), em 1968, após mudança da capital do país. Já foi usado por autoridades estrangeiras em visita ao Brasil, como os ex-presidentes do Peru general Manoel Odria, e da França, Charles de Goulle; o rei Balduino, da Bélgica; a rainha Elizabeth da Inglaterra, bem como o astronauta russo Yuri Gagarin.








Conheça o povo Tuareg!



Não sei minha idade. Nasci no Deserto do Saara, sem documentos. Nós, os tuaregs, somos chamados de homens azuis, tuaregs significa “abandonados”, porque somos um velho povo nômade do deserto.

O que mais o chocou em sua primeira viagem à Europa?
Ver as pessoas correndo pelo aeroporto. No Íbis Hotel, vi a primeira torneira da minha vida, vi a água correndo e senti vontade de chorar…