sábado, 13 de setembro de 2014

Lula diz que Marina Silva usa “inverdades” e não precisa chorar por ele

Ex-presidente rejeita lágrimas de candidata Marina Silva, derramadas ontem em entrevista; "Se ela quiser chorar, que chore por outras coisas, não por mim", reagiu Lula, de quem Marina disse temer "o que ele pode fazer contra mim"; "ela é quem tem de se explicar por que  ocupou todos os cargos do PT e agora está falando mal do PT", prosseguiu Lula,  para completar: "Na hora que eu tinha de escolher para quem ia entregar o direito de dirigir o País, tinha de entregar para a pessoa que achava mais preparada"
247 – O ex-presidente Lula rejeitou as lágrimas que a candidata Marina Silva, do PSB, verteu ao falar dele, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. "Se ela quer chorar, que chore por outras coisas, não por mim", reagiu Lula, ao ser abordado sobre a atitude da ex-ministra. Ela disse ter aprendido com o ex-presidente que "a esperança vence o medo", mas que não pode "controlar o que Lula pode fazer contra mim". Neste momento, lacrimejou.
Lula, ao que se viu, não se sensibilizou nem um pouco. Ao contrário. Ao fazer campanha no bairro do Sapopemba, em São Paulo, Lula desatou uma espécie de lição de moral sobre a adversária, do alto do palanque montado para a campanha do candidato a governador Alexandre Padilha:
- Não gosto de usar nomes de adversários em palanque. Mas hoje, supreendentemente, vi numa manchete que Marina chorou ao falar do Lula. A dona Marina não precisa falar inverdades para chorar por mim. Se ela quiser chorar, que chore por outras coisas., iniciou Lula ao público: 
- Nunca deixei de ter relações de amizade por causa de política. Nunca falei mal da dona Marina e vou morrer sem falar mal dela. Ela é quem tem que se explicar, porque ganhou todos os cargos do PT e agora está falando mal do PT. Um verdadeiro líder não muda de partido a toda hora, não muda de opinião. Ele evolui, assim como Dilma evoluiu - discursou Lula. O evento teve a presença de Padilha, do candidato a senador Eduardo Suplicy e do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
Lula deixou no ar a suspeita de que, para ele, as lágrimas de Marina tiveram origem no fato de ela não ter sido escolhida como sua sucessora política:
- Na hora que eu tinha de escolher para quem ia entregar o direito de dirigir o País, tinha de entregar para a pessoa que achava mais preparada", disse Lula, referindo-se à presidente Dilma Rousseff.
"ELA É QUE NOS ACUSOU DE TER COLOCADO LADRÃO NA PETROBRAS" - O ex-presidente se mostrou diretamente incomodado pelos ataques desferidos por Marina contra a gestão da Petrobras. Ela aproveitou a repercussão da delação premiada do ex-diretor Paulo Roberto Costa para acusar o PT de nomear diretores corruptos para a estatal. O presidente do PT, Rui Falcão, procurou justificar a dura resposta de Lula:
- Não temos atacado a candidata. Ao contrário, ela que nos acusou de ter colocado um ladrão na Petrobras. Está sendo processada por isso, inclusive, disse Falcão, que continuou:

- Temos criticado o programa dela. Não temos nada contra ela, temos contra o programa, discordamos dele. Não tem campanha do medo. Estamos dizendo que ela é apoiada pelos banqueiros. Será que o povo tem medo dos banqueiros? O programa dela fala em desmontar indústria, em dar independência ao Banco Central, em terceirização. Isso deve estar intimidando as pessoas quando conhecem o programa de governo dela. Não estamos estimulando o medo em relação a ninguém. Quem quer ser presidente da República, precisa ter mais controle, mais firmeza. Ela está com muitas idas e vindas, o que sugere insegurança na população — disse Falcão.




terça-feira, 2 de setembro de 2014

Análise: Dilma agora vende realismo contra utopias da Marina, ACORDA BRASIL


  Enquanto Marina Silva (PSB) junta a retórica e-conômica tucana a uma plataforma social ambiciosa, restou à pre-sidente-candidata Dilma Rousseff (PT) fazer reflexões sobre as dificuldades de ser governo.
Em contraste com a agenda desenvolvimentista de quatro anos atrás, que detalhava em minúcias as milhares de obras a serem feitas, a petista deixou as promessas de lado no debate entre os presidenciáveis.
Alvo preferencial de todos os adversários, Dilma recomendou pés no chão: falou de limitações orçamentárias, da crise internacional e da necessidade de barganhar apoios no Congresso.
Inédito em campanhas petistas ao Palácio do Planalto, tamanho realismo nasceu da necessidade de improvisar um contraponto à ascensão de Marina e seu programa de utopias e generalidades.


SAÍDA PELA TANGENTE

Questionada sobre a contradição entre promessas de austeridade fiscal e de mais gasto social, a candidata abrigada no PSB mimetizou a saída pela tangente já adotada por Aécio Neves (PSDB).

Sem dar detalhes, Marina disse que, com "as escolhas corretas", haverá mais eficiência na gestão do Orçamento.

A escolha de Dilma foi ampliar despesas em educação e transferência de renda, sacrificando o equilíbrio das contas públicas e o controle da inflação.

É difícil imaginar como promessas de mais gastos corrigiriam essa opção.

"Não são promessas", disse Marina, "são compromissos". Mas também há compromissos de restabelecer o cumprimento das metas de inflação e de aperto fiscal.

A minoria influente que comanda as operações no mercado financeiro, aparentemente, acredita que os segundos compromissos vêm na frente: a Bolsa de Valores sobe com a alta de Marina nas recentes pesquisas de intenção de voto.

Sintomaticamente, Aécio –o candidato naturalmente mais identificado com a agenda do mercado– limitou seus questionamentos à solidez da candidatura marinista. Ele se disse o mais indicado a conduzir uma política econômica "confiável".

SEGUNDA VIA

Ao final, pouco foi dito de concreto sobre o que, afinal, Dilma fez de errado –fora as críticas à gestão da Petrobras, que não bastam para explicar a prostração da economia e a alta da inflação.

Marina quis que a própria petista, a quem criticou por não assumir erros, se encarregasse da tarefa. "Pode parecer que estou plenamente satisfeita. Não estou", disse a presidente, no mais perto que chegou da autocrítica.




sexta-feira, 29 de agosto de 2014

7 motivos pelos quais Marina Silva não representa a “nova política”

Neca Setúbal, herdeira do Itaú e coordenadora do programa de governo de Marina Silva, a candidata e seu vice, Beto Albuquerque

Se a sua intenção este ano é votar em uma "nova forma de fazer política", leia este texto antes de encarar a urna eletrônica
Léo Cabral/ MSILVA Online





É comum eleitores justificarem o voto em Marina Silva para presidente nas Eleições 2014 afirmando que ela representaria uma “nova forma de fazer política”. Abaixo, sete razões pelas quais essa afirmação não faz sentido:




1. Marina Silva virou candidata fazendo uma aliança de ocasião. Marina abandonou o PT para ser candidata a presidente pelo PV. Desentendeu-se também com o novo partido e saiu para fundar a Rede -- e ser novamente candidata a presidente. Não conseguiu apoio suficiente e, no último dia do prazo legal, com a ameaça de ficar de fora da eleição, filiou-se ao PSB. Os dois lados assumem que a aliança é puramente eleitoral e será desfeita assim que a Rede for criada. Ou seja: sua candidatura nasce de uma necessidade clara (ser candidata), sem base alguma em propostas ou ideologia. Velha política em estado puro. 

 
2. A chapa de Marina Silva está coligada com o que de mais atrasado existe na política. Em São Paulo, o PSB apoia a reeleição de Geraldo Alckmin, e é inclusive o partido de seu candidato a vice, Márcio França. No Paraná, apoia o também tucano Beto Richa, famoso por censurar blogs e pesquisas. A estratégia de “preservá-la” de tais palanques nada mais é do que isso, uma estratégia. Seu vice, seu partido, seus apoiadores próximos, seus financiadores e sua equipe estão a serviço de tais candidatos. Seu vice, Beto Albuquerque, aliás, é historicamente ligado ao agronegócio. Tudo normal, necessário até. Mas não é “nova política”. 


3. As escolhas econômicas de Marina Silva são ainda mais conservadoras que as de Aécio Neves. A campanha de Marina é a que defende de forma mais contundente a independência do Banco Central. Na prática, isso significa deixar na mão do mercado a função de regular a si próprio. Nesse modelo, a política econômica fica nas mãos dos banqueiros, e não com o governo eleito pela população. Nem Aécio Neves é tão contundente em seu neoliberalismo. Os mentores de sua política econômica (futuros ministros?) são dois nomes ligados a Fernando Henrique: Eduardo Giannetti da Fonseca e André Lara Rezende, ex-presidente do BNDES e um dos líderes da política de privatizações de FHC. Algum problema? Para quem gosta, nenhum. Não é, contudo, “uma nova forma de se fazer política”. 



4. O plano de governo de Marina Silva é feito por megaempresários bilionários. Sua coordenadora de programa de governo e principal arrecadadora de fundos é Maria Alice Setúbal, filha de Olavo Setúbal e acionista do Itaú. Outro parceiro antigo é Guilherme Leal. O sócio da Natura foi seu candidato a vice e um grande doador financeiro individual em 2010. A proximidade ainda mais explícita no debate da Band desta terça-feira. Para defendê-los, Marina chegou a comparar Neca, herdeira do maior banco do Brasil, com um lucro líquido de mais de R$ 9,3 bilhões no primeiro semestre, ao líder seringueiro Chico Mendes, que morreu pobre, assassinado com tiros de escopeta nos fundos de sua casa em Xapuri (AC) em dezembro de 1988. Devemos ter ojeriza dos muito ricos? Claro que não. Deixar o programa de governo a cargo de bilionários, contudo, não é exatamente algo inovador. 




5. Marina Silva tem posições conservadoras em relação a gays, drogas e aborto. O discurso ensaiado vem se sofisticando, mas é grande a coleção de vídeos e entrevistas da ex-senadora nas quais ela se alinha aos mais fundamentalistas dogmas evangélicos. Devota da Assembleia de Deus, Marina já colocou-se diversas vezes contra o casamento gay, contra o aborto mesmo nos casos definidos por lei, contra a pesquisa com células-tronco e contra qualquer flexibilização na legislação das drogas. Nesses temas, a sua posição é a mais conservadora dentre os três principais postulantes à Presidência.
 



6. Marina Silva usa o marketing político convencional. Como qualquer candidato convencional, Marina tem uma estrutura robusta e profissionalizada de marketing. É defendida por uma assessoria de imprensa forte, age guiada por pesquisas qualitativas, ouve marqueteiros, publicitários e consultores de imagem. A grande diferença é que Marina usa sua equipe de marketing justamente para passar a imagem de não ter uma equipe de marketing. 



7. Marina Silva mente ao negar a política. A cada vez que nega qualquer um dos pontos descritos acima, a candidata falta com a verdade. Ou, de forma mais clara: ela mente. E faz isso diariamente, como boa parte dos políticos dos quais diz ser diferente.

Há algum mal no uso de elementos da política tradicional? Nenhum. 
Dentro do atual sistema político, é assim que as coisas funcionam. E é bom para a democracia que pessoas com ideias diferentes conversem e cheguem a acordos sobre determinados pontos. Isso só vai mudar com uma reforma política para valer, algo que ainda não se sabe quando, como e se de fato será feita no Brasil. 


Aécio tem objetivos claros. Quer resgatar as bandeiras históricas do PSDB, fala em enxugamento do Estado, moralização da máquina pública, melhora da economia e o fim do que considera um assistencialismo com a população mais pobre. Dilma também faz política calcada em propósitos claros: manter e aprofundar o conjunto de medidas do governo petista que estão reduzindo a desigualdade social no País. 


Se você, entretanto, não gosta da plataforma de Dilma ou da de Aécio e quer fortalecer “uma nova forma de fazer política”, esqueça Marina e ouça Luciana Genro (PSOL) e Eduardo Jorge (PV) com mais atenção. 


De Marina Silva, espere tudo menos a tal “nova forma de fazer política”. Até agora a sua principal e quase que única proposta é negar o que faz diariamente: política.

domingo, 20 de julho de 2014

DIVULGADO O ESCÂNDALO QUE TODO MUNDO SUSPEITAVA!

Talvez, isso explique a razão do jogador Thiago Silva ter declarado a seguinte frase:

'"Se as pessoas soubessem o que aconteceu na Copa do Mundo de 2014, ficariam enojadas!".
Todos os anti-nazistas ficaram chocados e tristes por assistir a maneira como o Brasil perdeu a Copa. Não deveriam.

O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas e a VEJA e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.


Fato comprovado:

O Brasil VENDEU a copa do mundo para a Fifa. Os jogadores titulares brasileiros foram avisados, às 08:00 do dia 4 de Julho (dia do jogo de quartas de final), em uma reunião envolvendo o Sr. José Maria Marin (na única vez que o presidente da CBF compareceu a uma preleção da seleção), o Técnico Luis Felipe Scolari, o Sr. Carlos Alberto Parreira, supervisor da seleção, e o Sr. Ronald Rhovald, representante da patrocinadora Nike. Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos ou no lobby do hotel.

A princípio muito contrariados, os jogadores se recusaram a trocar o hexa-campeonato mundial por um grande valor em dinheiro. A aceitação veio através do pagamento total dos prêmios, US$70.000,00 para cada jogador, mais um bônus de US$400.000,00 para todos os jogadores e integrantes da comissão, num total de US$ 23.000.000,00 vinte e três milhões de dólares) através da empresa Nike.

Além disso, os jogadores que aceitarem o contrato com a empresa Nike nos próximos 4 anos terão as mesmas bases de prêmios que os jogadores de elite da empresa, como o Neymar, Rooney, da Inglaterra, Batistuta, Sneijder, da Holanda e Dempsey, dos Estados Unidos.

Mesmo assim, Neymar se recusou a jogar, o que obrigou o técnico Felipão a escalar o jogador Bernard, dizendo que Neymar estava com problemas simples nas costas (em primeira notícia divulgada às 15:30 no centro de imprensa) e, logo depois, às 16:15, alterando o prognóstico para quebra de vértebra).

A sua situação só foi resolvida após o representante da Nike ameaçar retirar seu patrocínio vitalício ao jogador, avaliado em mais de US$90.000.000,00 (noventa milhões de dólares) ao longo da sua carreira.

Assim, combinou-se que o Brasil seria derrotado durante a cobrança de pênaltis, porém a apatia que se abateu sobre os jogadores titulares fez com que a Alemanha, que absolutamente não participou desta negociação, marcasse, em cinco falhas simples do time brasileiro, os primeiros gols.

O Sr. Joseph Blatter, presidente da Fifa, cidadão franco-suíço, aplaudiu a colaboração da equipe brasileira, uma vez que o campeonato mundial trouxe equilíbrio à Alemanha num momento de crise jamais registrada naquele país, com crescente xenofobia e o reaparecimento do nazismo.

Garantiu, também, ao Sr. Ricardo Teixeira, através de seu tio, João Havelange, que o Brasil teria seu caminho facilitado para o hexa campeonato de 2018.

Passem esta mensagem para o maior número possível de pessoas, para que todos possam conhecer a sujeira que ronda o futebol!

Desde, já agradeço, Um abraço.
Gunther Schweitzer
Central Globo de Jornalismo*
  





MP questiona Marin após postagem de Joana Havelange sobre roubo na Copa

Na última quarta-feira, o Ministério Público do Rio de Janeiro enviou notificação para José Maria Marin, presidente do COL e da CBF. O promotor Rubem Vianna pediu que ele apresente documentos sobre a constituição do Comitê Organizador Local e que mostrem as fontes de receita do órgão.
Vianna faz investigação após receber representação do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) em relação à polêmica postagem de Joana Havelange, diretora do COL, no Instagram. Ela compartilhou a afirmação: “não vou torcer contra [a Copa] até porque o que tinha que ser gasto, roubado, já foi”.
Freixo argumentou que o COL recebeu verba pública para organização do Mundial e equiparou o cargo de Joana ao posto de funcionária pública. Disse ainda que a afirmação compartilhada por ela relata roubo nos gastos de dinheiro público e pede investigação para averiguar se houve crime.
Vianna afirmou ao blog, por e-mail, que em apuração inicial constatou que o COL não recebe verbas públicas, mas que só irá decidir se prossegue com a investigação depois da resposta de Marin. Ele deu dez dias para o cartola se manifestar.
De fato, o COL não recebeu dinheiro público, mas teve direito a isenções fiscais garantidas pela Lei Geral da Copa, o que não tira a gravidade da atitude de Joana.






sábado, 19 de julho de 2014

Ibope aumenta a amostra e só a Globo perde audiência

Por Folha
12/05/14 02:00
A Globo não deve estar feliz com as recentes mudanças na amostra de audiência do Ibope. O instituto intensificou neste ano o aumento no número de domicílios participantes da medição de audiência em TV. As mudanças na pesquisa, mais acentuadas em São Paulo, coincidem com a queda de audiência da Globo no ano, o único canal a perder público na região.
Em São Paulo, o número de domicílios com peoplemeter (aparelhos que aferem audiência) passou de 800 (dezembro/2013) para 930 (até abril) e deve chegar a mil neste mês. É justamente nesta região que a Globo perdeu 8% de seu público, passando de 14,3 pontos (média diária de janeiro) para 13,1 (média diária de abril). Cada ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande São Paulo.
No período, a Record viu a sua audiência subir 27%. O SBT cresceu 20%, a Band, 30%, e a RedeTV!, 23%.
Até junho, o Ibope deve passar de 4.500 para 4.880 o número de peoplemeters instalados no país.
O investimento do instituto coincide com a chegada de um concorrente na medição de audiência: o alemão GfK.
Segundo o Ibope, a ampliação da amostra segue rigorosos padrões de qualidade para assegurar que a implantação não crie nenhum viés nos índices de medição de audiência.
Próximos Duas pessoas almoçando juntas, na semana passada, na Globo, chamaram a atenção dos presentes. Os diretores de núcleo Boninho e Ricardo Waddington, que passam longe de ser amigos, dividiram a mesma mesa na central de estúdios da emissora, o Projac, no Rio.
Próximos 2 Havia mais pessoas no almoço com a inusitada dupla, e muitas outras ao redor querendo escutar o assunto que reuniu os dois.
Fila Começa a ser gravada hoje no Rio “Boogie Woogie”, a próxima novela das 18h da Globo.
Sangue A Prodigo Films já está escrevendo para o canal A&E a nova temporada de “Até que a Morte nos Separe”, série de documentários sobre crimes passionais.
Memória Coprodução da Record com a Contém Conteúdo, “Caymmi e o Mar”, documentário sobre a vida e a obra de Dorival Caymmi, já está na fase de captação de depoimentos dos filhos do artista.
Memória 2 O especial, em homenagem ao centenário de nascimento de Caymmi, irá ao ar no final do ano.
Saudade A pedido do público, o “Superpop”, da RedeTV! vai retomar quadros antigos que fizeram sucesso no programa.
Saudade 2 A partir de hoje, a atração de Luciana Gimenez traz de volta “Vai Encarar?”, “Porta da Fama” e “Na Mira da Mídia”. O ator Alexandre Frota e os deputados Marco Feliciano (PSC) e Paulo Maluf (PP) negociam participação no programa.