Na democracia é importante, salutar e necessário que exista oposição. Mas uma oposição responsável, que aponte equívocos do governo e ajude a superar as dificuldades, para o bem do país e do povo. Uma oposição com boas propostas, bons planos de governo, bons projetos. A atual oposição brasileira é imprestável. Só critica, não aceita os projetos e os planos do governo, não reconhece as realizações que visivelmente estão melhorando o país e a vida das pessoas, e não oferece alternativas. Muito ao contrário, quer dar fim a tudo que está dando certo, principalmente a tudo que favoreça os mais pobres, os mais necessitados, como o Bolsa Família, o PROUNI. É tão imprestável que se opõe ao crescimento do país, como as construções das usinas hidrelétricas tão necessárias para garantir que o país tenha um crescimento sem apagões e racionamentos. É tão imprestável que está torcendo para que as obras da Copa e das Olimpíadas não sejam construída a tempo: teve até um imprestável senador que sugeriu que a Copa não fosse realizada no Brasil, que o Brasil ofereça a Copa a outro país. Quando milhões de brasileiros vibraram com a escolha do Brasil para sediar a Copa 2014, os imprestáveis da oposição lamentaram – afinal, o governo Lula tinha se empenhado muito para essa conquista. Nossos oposicionistas são tão imprestáveis que não conseguem se entender, estão se auto-exterminando, todos querem mandar, todos querem o poder e não sabem qual a maneira civilizada de lidar como isso. Daí fica cobra engolindo cobra, traições ao vivo e a cores sem nenhum pudor. Os imprestáveis da oposição fazem tudo e mais um pouco para voltar ao poder, mas são tão imprestáveis que não vai dar. Sorte do Brasil, sorte do povo brasileiro.
Jussara Seixas
Do Blog POR UM NOVO BRASIL
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Ex-Améliezita!!!
Que feliz sou eu, meu amor!
Já, já estaremos casados
O café da manhã na cama
Um bom suco e um pão torrado.
Já, já estaremos casados
O café da manhã na cama
Um bom suco e um pão torrado.
Com ovos bem mexidinhos
Tudo pronto bem cedinho
Depois irei para o trabalho
E você para o mercado.
Tudo pronto bem cedinho
Depois irei para o trabalho
E você para o mercado.
Daí você corre pra casa
Rapidinho arruma tudo
E corre pro seu trabalho
Para começar o seu turno.
Rapidinho arruma tudo
E corre pro seu trabalho
Para começar o seu turno.
Você sabe que de noite
Gosto de jantar bem cedo
De ver você bem bonita
Alegre e sorridente.
Pela noite minisséries
Cineminha bem barato
Nada, nada de shoppings
Nem de restaurantes caros.
Cineminha bem barato
Nada, nada de shoppings
Nem de restaurantes caros.
Você vai cozinhar pra mim
Comidinhas bem caseiras
Pois não sou dessas pessoas
Que gosta de comer besteiras...
Comidinhas bem caseiras
Pois não sou dessas pessoas
Que gosta de comer besteiras...
Você não acha, querida
Que esses dias serão gloriosos?
Não se esqueça, meu amor
Que logo seremos esposos!.
Que esses dias serão gloriosos?
Não se esqueça, meu amor
Que logo seremos esposos!.
Que sincero meu amor!
Que oportunas tuas palavras!
Esperas tanto de mim
Que me sinto intimidada.
Não sei fazer ovo mexido
Como sua mãe adorada
Meu pão torrado se queima
De cozinha não sei nada!.
Como sua mãe adorada
Meu pão torrado se queima
De cozinha não sei nada!.
Gosto muito de dormir
Até tarde, relaxada
Ir ao shopping fazer compras
Com o Visa tarja dourada.
Até tarde, relaxada
Ir ao shopping fazer compras
Com o Visa tarja dourada.
Sair com minhas amigas
Comprar só roupa de marca
Sapatos só exclusivos
E as lingeries mais caras.
Comprar só roupa de marca
Sapatos só exclusivos
E as lingeries mais caras.
Pense bem, que ainda há tempo
A igreja não está paga
Eu devolvo meu vestido
E você seu terno de gala.
A igreja não está paga
Eu devolvo meu vestido
E você seu terno de gala.
E domingo bem cedinho
Prá começar a semana
Ponha aviso num jornal
Com letras bem destacadas:
Prá começar a semana
Ponha aviso num jornal
Com letras bem destacadas:
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA
PORQUE SUA EX-FUTURA ESPOSA
MANDOU ELE À MERDA!
terça-feira, 3 de maio de 2011
"Não há razão para comemorar um assassinato", diz historiadora
A primeira reação de grande parte da população americana diante da notícia da morte de Osama bin Laden, o rosto mais famoso do terrorismo internacional, foi sair às ruas para comemorar a derrota de seu inimigo. No entanto, a operação contra o terrorista saudita foi um assassinato sumário e como tal não deveria ser comemorado, de acordo com a análise da historiadora Maria Aparecida de Aquino.
"Há meses vem sendo preparada, junto com o governo do Paquistão, toda uma operação para chegar à casa de Osama bin Laden. A ordem que se tinha era metralhar, a ordem era atirar. Fica difícil pensar em motivo para comemoração", pondera Aquino, professora em História Social da Universidade de São Paulo (USP).
A pesquisadora também questiona os precedentes abertos pela ação americana. "Isso não significa defender o que aconteceu em 11 de setembro de 2001, que foi um ato terrível e ofendeu a humanidade. Não significa negar o direito da população americana de buscar os culpados.
Mas defender a forma como isso foi feito será dar aos Estados Unidos a possibilidade de amanhã entrar em qualquer uma de nossas casas e dizer: ‘olha, imaginei que aqui houvesse um terrorista e andei metralhando’. É muito grave o que aconteceu".
Acompanhe a íntegra da entrevista.
UOL Notícias: Os americanos reagiram à notícia da morte de Bin Laden com festa e era possível ver cenas de comemoração e euforia nas ruas. Existe razão para comemorar? Essa euforia é justificável?
Maria Aparecida Aquino: Não. Se a gente admitir que existe razão para comemorações neste momento, então estaríamos admitindo que existe razão para comemorar um assassinato. Uma coisa que normalmente não se comenta é que os Estados Unidos gostam de jogar na cara de todos os outros países que eles são os guardiões da democracia do mundo, e sempre interferem em outros países para assegurar a democracia.
Entretanto, o que eles fizeram nesse caso é simplesmente um assassinato. Se houve um crime e você está atrás de uma pessoa que é teoricamente uma das responsáveis por esse crime, você tem o direito de pegar essa pessoa e submetê-la a um julgamento. Mas o que aconteceu foi simplesmente um assassinato.
O que podemos observar é que toda a euforia inicial nos Estados Unidos já baixou um pouco, porque eles têm um temor muito grande – e devem mesmo; pensar que a Al Qaeda se restringe a um homem só, Osama bin Laden, é uma tolice. A Al Qaeda é uma imensa organização. E é muito possível que haja retaliações. Então, em circunstância alguma teríamos motivos para comemorar, mesmo pertencendo à população americana, mesmo sendo o presidente dos Estados Unidos.
Se pessoas como nós, pessoas comuns, simplesmente coadunássemos com a ideia de comemoração, estaríamos coadunando contra todos os princípios que os próprios Estados Unidos dizem defender com tanta força.
UOL Notícias: Então é possível imaginar que os Estados Unidos poderiam ter feito uma captura sem recorrer a assassinato?
Aquino: Lógico. Eles tinham noção da localização. Planejaram a ação muito cuidadosamente. Chegaram até a casa e uma vez lá não havia condições de reação. Eles simplesmente metralharam quem estava pela frente.
UOL Notícias: Com relação ao corpo, como a senhora interpreta essa decisão dos Estados Unidos jogá-lo ao mar?
Aquino: A notícia de que eles teriam jogado o corpo ao mar é mais grave ainda, porque você não só submete o inimigo a um assassinato, como você também impede o ritual da morte.
Mesmo que não haja uma retaliação imediata, em breve essa ficha acaba caindo, mesmo entre a população, de que nem mesmo o direito à morte foi dado. Um dos maiores pilares da democracia é o habeas corpus, que em uma tradução muito simples do latim quer dizer: que se tenha direito ao corpo. Então foi negado um elemento característico do estado de Direito.
Os americanos têm direito de estar muito zangados com o que aconteceu no 11 de setembro? Sim. Têm direito de investigar quem seriam os responsáveis? Sim. Mas a forma como se faz isso pode acabar por retirar todos os direitos que nos restam.
UOL Notícias: É possível imaginar que os Estados Unidos enxerguem a morte de Bin Laden como a morte do “mal”?
Aquino: É o que eles defendem. No fundo, eles pretendem impor ao mundo inteiro uma ideia: de que estão cobertos de razão, de que a humanidade pode respirar aliviada e de que agora estamos livres do mal, já que o mal estava condensado em uma pessoa. Mas isso é uma ilusão de ótica. É como os mágicos fazem: você olha para o outro lado, não presta atenção na
prestidigitação que ele está fazendo com as mãos. Não podemos cair nesta história.
Isso não significa defender o que aconteceu em 11 de setembro de 2001, que foi um ato terrível e ofendeu a humanidade. Não significa negar o direito da população americana de buscar os culpados. Mas defender a forma como isso foi feito será dar aos Estados Unidos a possibilidade de amanhã entrar em qualquer uma de nossas casas e dizer: ‘olha, imaginei que aqui houvesse um terrorista e andei metralhando’. É muito grave o que aconteceu. Ou seja, não há motivo para comemoração.
A pesquisadora também questiona os precedentes abertos pela ação americana. "Isso não significa defender o que aconteceu em 11 de setembro de 2001, que foi um ato terrível e ofendeu a humanidade. Não significa negar o direito da população americana de buscar os culpados.
Mas defender a forma como isso foi feito será dar aos Estados Unidos a possibilidade de amanhã entrar em qualquer uma de nossas casas e dizer: ‘olha, imaginei que aqui houvesse um terrorista e andei metralhando’. É muito grave o que aconteceu".
Acompanhe a íntegra da entrevista.
UOL Notícias: Os americanos reagiram à notícia da morte de Bin Laden com festa e era possível ver cenas de comemoração e euforia nas ruas. Existe razão para comemorar? Essa euforia é justificável?
Maria Aparecida Aquino: Não. Se a gente admitir que existe razão para comemorações neste momento, então estaríamos admitindo que existe razão para comemorar um assassinato. Uma coisa que normalmente não se comenta é que os Estados Unidos gostam de jogar na cara de todos os outros países que eles são os guardiões da democracia do mundo, e sempre interferem em outros países para assegurar a democracia.
Entretanto, o que eles fizeram nesse caso é simplesmente um assassinato. Se houve um crime e você está atrás de uma pessoa que é teoricamente uma das responsáveis por esse crime, você tem o direito de pegar essa pessoa e submetê-la a um julgamento. Mas o que aconteceu foi simplesmente um assassinato.
O que podemos observar é que toda a euforia inicial nos Estados Unidos já baixou um pouco, porque eles têm um temor muito grande – e devem mesmo; pensar que a Al Qaeda se restringe a um homem só, Osama bin Laden, é uma tolice. A Al Qaeda é uma imensa organização. E é muito possível que haja retaliações. Então, em circunstância alguma teríamos motivos para comemorar, mesmo pertencendo à população americana, mesmo sendo o presidente dos Estados Unidos.
Se pessoas como nós, pessoas comuns, simplesmente coadunássemos com a ideia de comemoração, estaríamos coadunando contra todos os princípios que os próprios Estados Unidos dizem defender com tanta força.
UOL Notícias: Então é possível imaginar que os Estados Unidos poderiam ter feito uma captura sem recorrer a assassinato?
Aquino: Lógico. Eles tinham noção da localização. Planejaram a ação muito cuidadosamente. Chegaram até a casa e uma vez lá não havia condições de reação. Eles simplesmente metralharam quem estava pela frente.
UOL Notícias: Com relação ao corpo, como a senhora interpreta essa decisão dos Estados Unidos jogá-lo ao mar?
Aquino: A notícia de que eles teriam jogado o corpo ao mar é mais grave ainda, porque você não só submete o inimigo a um assassinato, como você também impede o ritual da morte.
Mesmo que não haja uma retaliação imediata, em breve essa ficha acaba caindo, mesmo entre a população, de que nem mesmo o direito à morte foi dado. Um dos maiores pilares da democracia é o habeas corpus, que em uma tradução muito simples do latim quer dizer: que se tenha direito ao corpo. Então foi negado um elemento característico do estado de Direito.
Os americanos têm direito de estar muito zangados com o que aconteceu no 11 de setembro? Sim. Têm direito de investigar quem seriam os responsáveis? Sim. Mas a forma como se faz isso pode acabar por retirar todos os direitos que nos restam.
UOL Notícias: É possível imaginar que os Estados Unidos enxerguem a morte de Bin Laden como a morte do “mal”?
Aquino: É o que eles defendem. No fundo, eles pretendem impor ao mundo inteiro uma ideia: de que estão cobertos de razão, de que a humanidade pode respirar aliviada e de que agora estamos livres do mal, já que o mal estava condensado em uma pessoa. Mas isso é uma ilusão de ótica. É como os mágicos fazem: você olha para o outro lado, não presta atenção na
prestidigitação que ele está fazendo com as mãos. Não podemos cair nesta história.
Isso não significa defender o que aconteceu em 11 de setembro de 2001, que foi um ato terrível e ofendeu a humanidade. Não significa negar o direito da população americana de buscar os culpados. Mas defender a forma como isso foi feito será dar aos Estados Unidos a possibilidade de amanhã entrar em qualquer uma de nossas casas e dizer: ‘olha, imaginei que aqui houvesse um terrorista e andei metralhando’. É muito grave o que aconteceu. Ou seja, não há motivo para comemoração.
Fonte: UOL Notícias
segunda-feira, 2 de maio de 2011
BIN LADEN TÁ VIVINHO DA SILVA E TEM UM BAR EM NOME DELE, segundo Marcos Arraes
Enviado por MARCOS ARRAES - São Gonçalo-RJ, Brasil
Talibã nega que Osama bin Laden tenha morrido em ação no Paquistão
Movimento fundamentalista não deu detalhes sobre a afirmação.
Morte do terrorista foi anunciada pelo presidente dos EUA, Barack Obama.
O movimento fundamentalista islâmico Talibã, aliado da rede terrorista da al-Qaeda, negou nesta segunda-feira (2) que o terrorista Osama bin Laden tenha morrido em uma ação no Paquistão.
O grupo fez a declaração ao canal de TV paquistanês Geo.
Os talibãs não deram detalhes que justifiquem a afirmação.
O anúncio da morte foi feito pelo presidente dos EUA, Barack Obama.
Chanceler francês diz que Bin Laden "não morreu"
![]() |
| Bin Laden chegou ao fim? |
O ministro francês de Exteriores, Philippe Douste-Blazy, disse hoje que, segundo seu conhecimento, o líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, "não morreu".
"Que eu saiba, Osama bin Laden não morreu", afirmou o ministro à emissora de TV "LCI", acrescentando que não tem nenhuma informação sobre uma nota a este respeito dos serviços secretos franceses (DGSE).
Um documento confidencial dos serviços secretos da França, baseado em uma fonte do Golfo Pérsico e publicado ontem por um jornal francês, indicava que a inteligência saudita está convencida de que Bin Laden morreu, vítima de uma crise aguda de febre tifóide, quando se encontrava no Paquistão no último dia 23.
O Governo saudita afirmou hoje que não tinha nenhum indício de que Bin Laden esteja morto.
Os Governos de Estados Unidos, Paquistão e França afirmaram que não podiam confirmar a suposta morte do terrorista saudita, responsabilizado pelos atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA.
Alzheimer-Interessantíssimo
A cada 1 minuto de tristeza perdemos a oportunidade de sermos felizes por 60 segundos. Sobre o Alzheimer - Roberto Goldkorn é psicólogo e escritor Meu pai está com Alzheimer. Logo ele, que durante toda vida se dizia 'o Infalível'. Logo ele, que um dia, ao tentar me ensinar matemática, disse que as minhas orelhas eram tão grandes que batiam no teto.. Logo ele que repetiu, ao longo desses 54 anos de convivência, o nome do músculo do pescoço que aprendeu quando tinha treze anos e que nunca mais esqueceu:esternocleidomastóideo. O diagnóstico médico ainda não é conclusivo, mas, para mim, basta saber que ele esquece o meu nome, mal anda, toma líquidos de canudinho, não consegue terminar uma frase, nem controla mais suas funções fisiológicas, e tem os famosos delírios paranóicos comuns nas demências tipo Alzheimer. Aliás, fico até mais tranqüilo diante do 'eu não sei ao certo' dos médicos; prefiro isso ao 'estou absolutamente certo de que.....', frase que me dá arrepios. E o que fazer... para evitarmos essas drogas? Como? Lendo muito, escrevendo, buscando a clareza das idéias, criando novos circuitos neurais que venham a substituir os afetados pela idade e pela vida 'bandida'. Meu conselho: é para vocês não serem infalíveis como o meu pobre pai; não cheguem ao topo, nunca, pois dali só há um caminho: descer. Inventem novos desafios, façam palavras cruzadas, forcem a memória, não só com drogas (não nego a sua eficácia, principalmente as nootrópicas), mas correndo atrás dos vazios e lapsos. Eu não sossego enquanto não lembro do nome de algum velho conhecido, ou de uma localidade onde estive há trinta anos.. Leiam e se empenhem em entender o que está escrito, e aprendam outra língua, mesmo aos sessenta anos. Coloquem a palavra FELICIDADE no topo da sua lista de prioridades: 7 de cada 10 doentes nunca ligaram para essas 'bobagens' e viveram vidas medíocres e infelizes - muitos nem mesmo tinham consciência disso. Mantenha-se interessado no mundo, nas pessoas, no futuro. Invente novas receitas, experimente (não gosta de ir par a a cozinha? Hum... Preocupante) . Lute, lute sempre, por uma causa, por um ideal, pela felicidade. Parodiando Maiakovski, que disse 'melhor morrer de vodca do que de tédio', eu digo: melhor morrer lutando o bom combate do que ter a personalidade roubada pelo Alzheimer. Dicas para escapar do Alzheimer: Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão de suas conexões. Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin (2000), revelam que NEURÓBICA, a 'aeróbica dos neurônios', é uma nova forma de exercício cerebral projetada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de atividades dos neurônios em seu cérebro. Cerca de 80% d o nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam o cérebro. Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios 'cerebrais' que fazem as pessoas pensarem somente no que estão fazendo, concentrando- se na tarefa. O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional. Tente fazer um teste: - use o relógio de pulso no braço direito; - escove os dentes com a mão contrária da de costume; - ande pela casa de trás para frente; (vi na China o pessoal treinando isso num parque); - vista-se de olhos fechados; - estimule o paladar, coma coisas diferentes; (conheço tanta gente que só quer comer a mesma coisa) - veja fotos de cabeça para baixo; - veja as horas num espelho; - faça um novo caminho para ir ao trabalho. A proposta é mudar o comportamento rotineiro! Tente, faça alguma coisa diferente com seu outro lado e estimule o seu cérebro. Vale a pena tentar! Que tal começar a praticar agora, trocando o mouse de lado? Que tal começar agora enviando esta mensagem, usando o mouse com a mão esquerda? FAÇA ESTE TESTE E PASSE ADIANTE PARA SEUS (SUAS) AMIGOS (AS). 'Critique menos, trabalhe mais. E, não se esqueça nunca de agradecer!' Sucesso para você!!! Obs.eu tentei enviar a mensagem com a mão esquerda. Eu também! rsrsrs |
Acabo de fazê-lo,kkkkkk
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